O Amor no Futuro Subjuntivo e no Presente Imperfeito…

2 fevereiro, 2010 por  
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Uma alusão subjuntiva do futuro por viver as fatais limitações do presente…

Quem nunca sentiu uma tristeza frustrante ao constatar que não consegue amar ou que não ama o bastante ?

Temos uma expectaviva em relação ao amor que é infinita e insasciável, tanto para receber quanto para dar.

Veja…

Paulo no Futuro do Subjuntivo :

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria…
Paulo em Éfeso 56 D.C

Thiago no Presente Imperfeito

Quanto mais que eu falo e entendo a língua dos homens e até falo a dos anjos, eu me sinto como um metal que retine sem nenhum sentimento de amor.

Quanto mais eu profetizo, acumulo os conhecimentos das ciências e ainda vivo pela fé de forma que muitos me admiram, sinto que falta amor e me sinto um nada.

Por mais que eu vivo livre do apego material de forma que até consigo dividir o que tenho com os mais “quebrados” do que eu, ainda acumulo uma coragem acima da média que me permite dizer que eu não temo ter o corpo queimado na prática dos meus ideais de fé, ainda assim considero minha vida inútil, pois pouco amo.
Thiago em Brasília 2010 D.C

Não concluo mais que não amo ou não consigo amar, apenas admito que hoje vejo em parte e amo em parte mas um dia verei o Amor face a face e isso será completo.

Deus é amor… o amor é Deus.

Thiago Rodrigues
Diretor JOCUM DF

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