Fear of the Lord – Intimacy & Religiosity – Repost

March 23, 2010 by Thiago Rodriguez  
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Fear of the Lord – Intimacy & Religiosity

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“Teach me your way, O Lord and I will walk in your truth; give me an undivided heart an I may fear your name”. Psalm 86:11.

We learn in our “religious education” that we are supposed to fear God.

The heavenly purpose of us to fear God is not based on the idea that we should respect the Lord for the sake of  our own survival or dismay, but  on the knowledge and relationship.

Can someone, not knowing God, fear him consciously, legitimately and gladly? Of course not.

If we nurture any touchy and paranoid behavior about the fear of the Lord that has as maximum the performance of an imaginary list of “does and don’ts”, we are practicing a religious rite, just as anybody who follows a recipe to bake a cake.

The knowledge of the person of God constrains, attracts and inspires us to reverence Him with passion, devotion and sacrifice. Thus we find a God whose pleasure and joy is revealed when He sees in man, the first fruit of His creation, the true desire to love him and to know not only His power that is a consuming fire, but also his grace that justifies us and makes us decent. The fear for fright, guilt or religion only contributed for the construction of a cold god, inquisitive and inaccessible.

The fear of the Lord is for a purpose in life, of intimacy with God. Then our prayer, so that we are fearful to the Lord, should be grounded in cry, repentance and the knowledge of grace, which converts us and makes our hearts willing to fear the Lord in joy, love and gratitude.

“The fear of the Lord is a fountain of life, turning a man from the snares of death”. Proverbs.14:27.

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Modalidade e Sodalidade – Repost

March 23, 2010 by Lucas Mota  
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Modalidade e Sodalidade

No Brasil e em grande parte do mundo cristão, quase não se questiona a estrutura da igreja local, representada principalmente pelas congregações denominacionais. Para nós, igreja é sinônimo de instituição. Isso faz com que as estruturas missionárias não ligadas a uma denominação específica ou interdenominacionais sejam vistas como paraeclesiásticas –próximas da igreja, mas não parte dela. Daí conclui-se: se as congregações fossem “mais missionárias”, não precisaríamos das agências de missões. Read more

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Tribos urbanas

May 11, 2009 by Tiago Esmeraldo  
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Tribos Urbanas & Missões Urbanas

É de necessidade óbvia e lógica que aqueles que trabalham ou desejam se envolver com Missões Urbanas, situem se dentro do assunto. As informções abaixo já são um bom começo.

As tribos urbanas[1] ou metropolitanas[2] são constituídas de microgrupos[3] que têm como objetivo principal estabelecer redes de amigos com base em interesses comuns.[4] Essas agregações apresentam uma conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir.[5] Um exemplo conhecido de tribo urbana são os punks.[6] Segundo Michel Maffesoli, o fenômeno das tribos urbanas se constitui nas “diversas redes, grupos de afinidades e de interesse, laços de vizinhança que estruturam nossas megalópoles. Seja ele qual for, o que está em jogo é a potência contra o poder, mesmo que aquela não possa avançar senão mascarada para não ser esmagada por este”.[7]

A expressão “tribo urbana” foi cunhada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, que começou usá-la nos seus artigos a partir de 1985. A expressão ganha força três anos depois com a publicação do seu livro Le temps des tribus: le déclin de l’individualisme dans les sociétés postmodernes.[8].
Índice

Características_____________________________________________________________________

Cultura Informal

A cultura das tribos urbanas é informal[9], bem diferente das organizações ligadas ao “burguesismo”[10] permeadas pelo nosso taylorismo ocidental, que rejeita a emoção e os sentimentos coletivos (coisa típica de uma cultura empresarial[11]). O neotribalismo[12] pratica uma “solidariedade orgânica” que vai de encontro a essa “solidariedade mecânica dos indivíduos racionais”[13] do capitalismo.

Como metáfora explicativa, Maffesoli invoca dois deuses do panteão Grego: Apolo e Dionísio – duas figuras opostas[14]; Apolo, representando a razão e Dionísio, representando o mundano, o “terreno”[15].

Esses grupos não têm projetos ou objetivos específicos[16] a não ser pelo partilhamento, no “aqui-agora”.

Proxemia

As tribos reforçam “um sentimento de pertença” e favorecem “uma nova relação com o ambiente social”.[17]

A proxemia das tribos é uma faca de dois gumes. Ela pode, por um lado, ser expressa pela tolerância[18]. Um exemplo disso é a tribo dos Clubbers. Incentivados pela filosofia P.L.U.R. – Peace, Love, Unity & Respect[19] – os freqüentadores das Raves são incitados a respeitar o “meio ambiente e outras pessoas, independente de credo, raça, religião, gostos e opiniões”[20]. A outra face dessa “homossocialidade” tribal é a exclusão do “diferente” à partir da violência, coisa bem presente no fanatismo e no racismo de algumas tribos[21]. Os Skinheads em geral enquadram-se aí, tendo como inimigos declarados os estrangeiros, os mauricinhos, os gays “…e, principalmente, os anarcopunks”[22].

Não-Ativismo

O neotribalismo não se opõe frontalmente ao poder político como o faz o proletariado. Isso não quer dizer, no entanto, que as tribos urbanas sejam passivas[23] ou que não prestem atenção no jogo político[24]. O que as tribos fazem é evitar as formas institucionalizadas de protesto (comícios, greves e piquetes) das quais o proletariado se vale[25]. A resistência das tribos é mais “subterrânea”[26] valendo-se – por exemplo – da música para afirmar sua não-adesão à “assepsia social” dos mantedores da Ordem[27]. Essa “desqualificação” praticada pelas tribos, com o tempo, “corrói progressivamente a legitimidade do poder estabelecido”[28].

Fluidez & Estabilidade

Maffesoli destaca algo paradoxal nas tribos urbanas. Elas são instáveis e “abertas”[29], podendo uma pessoa que participa delas “evoluir de uma tribo para a outra”[30]. Por outro lado, essas tribos alimentam um sentimento de exclusividade[31] e um “conformismo estrito” entre seus participantes[32].

Críticas___________________________________________________________________________

Mobilidade

Há de se questionar até que ponto é verdadeira essa “mobilidade” entre tribos apregoada por Maffesoli[33]. Rivalidades entre tribos urbanas (Mods e Rockers, p. ex.) têm sido registradas desde os anos 1960 na Inglaterra[34] e, desde então, os conflitos vem crescendo bastante. Num artigo escrito para a Rolling Stone americana (dezembro de 1980), Dave Marsh lamentava a falta de união entres os fãs de Rock, citando como exemplo a crescente hostilidade entre Punks e Headbangers[35]. Os conflitos recentes entre Punks e Skinheads paulistas[36][37][38] também põe em xeque essa idéia de que alguém pode mover-se de uma tribo para outra sem maiores problemas.

Como assinalara o próprio Maffesoli, o pós-modernismo retoma muitos elementos do pré-modernismo. Os skinheads (ou “carecas”) paulistas. Obrigaram dois jovens a pular do metrô em movimento [39].

Exemplos_________________________________________________________________________

Algumas das tribos urbanas são:

* Punks
* Góticos
* Headbangers
* Rivetheads
* Emos
* Hippies
* Grungers[carece de fontes?]
* Rappers
* Pagodeiros
* Clubbers
* Skinheads
* Surfistas
* Otakus
* Geeks[carece de fontes?]
* Regueiros
* Torcedor Organizado
* Patricinhas
* Playboys
* Mauricinhos
* Preppys
* Fashionistas
* Metaleiros

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Justino Mártir Escreve Sua Apologia

May 7, 2009 by Tiago Esmeraldo  
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Extraído do livro: Os 100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo

JUSTINO MÁRTIR ESCREVE SUA APOLOGIA

O jovem filósofo caminhava junto à costa, sua mente estava agitada, sempre ativa, buscando novas verdades. Ele estudara os ensinamentos dos estoicos, de Aristóteles e de Pitágoras; e, naquele momento, era adepto do platonismo, que prometera uma visão de Deus aos que sondassem a verdade com profundidade suficiente. Era isso que o filósofo Justino queria.
Justino MártirEnquanto caminhava, encontrou-se com um cristão, já idoso. Justino ficou perplexo diante de sua dignidade e humildade. O homem citou várias profecias judaicas, mostrando que o caminho cristão era realmente verdadeiro. Jesus era a verdadeira expressão de Deus.
Esse encontro ocasionou grande mudança na vida de Justino. Debruçado sobre aqueles escritos proféticos, lendo os evangelhos e as cartas de Paulo, ele se tornou um cristão dedicado. Assim, nos últimos trinta anos de sua vida, viajou, evangelizou e escreveu. Desempenhou um papel muito importante no desenvolvimento da teologia da igreja, assim como da compreensão que a igreja tinha de si mesma e da imagem que apresentava ao mundo.
Praticamente desde o início, a igreja funcionou em dois mundos: o judeu e o gentío. O livro de Atos dos Apóstolos registra o lento e, às vezes, doloroso desabrochar do cristianismo no mundo gentío. Pedro e Estêvão pregaram aos ouvintes judeus, e Paulo falou aos filósofos atenienses e aos governadores romanos.
A vida de Justino apresenta muitos paralelos com a vida de Paulo. O apóstolo era um judeu nascido em área gentia (Tarso); Justino era um gentio nascido em área judaica (a antiga Siquém). Eles tinham boa formação e usavam o dom da argumentação para convencer judeus e gentíos da verdade de Cristo. Os dois foram martirizados em Roma em razão de sua fé.
Durante os reinados dos imperadores do século I, por exemplo, Nero e Domiciano, a igreja se esforçava sobreviver, para continuar sua tradição e para mostrar ao mundo o amor de Jesus Cristo. Os não-cristãos viam o cristianismo como uma seita primitiva, uma ramificação do judaismo caracterizada por ensinamentos e práticas estranhas.
Em meados do século II, sob o comando de imperadores mais razoáveis como Trajano, Antonino Pio e Marco Aurélio, a igreja teve uma nova preocupação: explicar o motivo de sua existência para o mundo de maneira convincente. Justino se tornou um dos primeiros apologistas cristãos, ou seja, um dos que explicavam a fé como sistema racional. Com escritores que surgiriam mais tarde – como Orígenes e Tertuliano -, ele interpretou o cristianismo em termos que seriam familiares aos gregos e aos romanos instruídos de seus dias.
A maior obra de Justino, a Apologia, foi endereçada ao imperador Antonino Pio (a palavra grega apologia refere-se à lógica na qual as crenças de uma pessoa são baseadas). Enquanto Justino explicava e defendia sua fé, ele discutia com as autoridades romanas por que considerava errado perseguir os cristãos. De acordo com seu pensamento, as autoridades deveriam unir forças com os cristãos na exposição da falsidade dos sistemas pagãos.
Para Justino, toda verdade era verdade de Deus. Os grandes filósofos gregos haviam sido inspirados por Deus até certo ponto, mas permaneciam cegos com relação à plenitude da verdade de Cristo. Desse modo, Justino trabalhou livremente com o pensamento grego, explicando Cristo como seu cumprimento. Ele se aproveitou do princípio apresentado pelo apóstolo João, no qual Cristo é o Logos, a Palavra. Deus Pai era santo e separado da humanidade maligna, e Justino concordava com Platão nesse aspecto. Porém, por intermédio de Cristo, seu Logos, Deus pôde alcançar os seres humanos. Como o Logos de Deus, Cristo era parte da essência de Deus, embora separado, do mesmo modo que uma chama se acende a partir de outra (é por isso que o pensamento de Justino foi fundamental no desenvolvimento da consciência da igreja com relação à Trindade e à encarnação).
Contudo, Justino tinha uma linha de pensamento judia que caminhava com suas inclinações gregas. Era fascinado pelas profecias já cumpridas. Ε possível que isso tenha nascido no encontro com o idoso à beira-mar. Porém, ele percebeu que a profecia hebraica confirmou a identidade singular de Jesus Cristo. Como Paulo, Justino não abandonou os judeus à medida que se aproximava dos gregos. Em Diálogo com Trifão, outra grande obra, ele escreve a um judeu, um conhecido dele, apresentando Cristo como cumprimento da tradição hebraica.
Além de escrever, Justino viajou bastante, sempre argumentando a favor da fé. Ele se encontrou com Trifão em Êfeso. Em Roma, encontrou-se com Marcião, o líder gnóstico. Em outra ocasião, durante uma viagem a Roma, Justino se indispôs com um homem chamado Crescendo, o Cínico. Quando Justino retornou a Roma, por volta do ano 165, Crescendo o denunciou às autoridades. Justino foi preso, torturado e decapitado, com outros seis crentes.
Justino escreveu certa vez: “Vocês podem nos matar, mas não podem nos causar dano verdadeiro”. O apologista apegou-se a essa convicção até a morte. Ao fazer isso, recebeu o nome que passaria a usar por toda a história: Justino Mártir.

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