(Portugues) O amor que nao quero de JESUS

August 26, 2010 by Jean Gabriel  
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(Portugues) Garage Spirit – O Estúdio Punk* dos anos ’010

August 24, 2010 by Jean Gabriel  
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Confissões de um missionário…

August 23, 2010 by Jean Gabriel  
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(Portugues) De Igreja hospital para Igreja Circense!

August 23, 2010 by Jean Gabriel  
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(Portugues) Jocum Brasília em Festa

August 20, 2010 by Jean Gabriel  
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(Portugues) Menos religião para o Brasil

August 19, 2010 by Jean Gabriel  
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Sadu Sundar Singh – O Apóstolo dos Pés Sangrentos

August 18, 2010 by Jean Gabriel  
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(Portugues) Quem é seu Inimigo?

August 18, 2010 by Jean Gabriel  
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A RESPONSABILIDADE DA FÉ CRISTÃ PARA COM AS QUESTÕES ECOLÓGICAS DOS DIAS ATUAIS

August 18, 2010 by Jean Gabriel  
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A igreja tem dado bastante valor as questoes teológicas, pastorais, eclesiológicas etc. como espinha dorsal de sustentaçao para a cristandade hodierna, vários sao os livros, confissoes, congressos, simpósios, conferencias etc. que tratam de assuntos que versam a doutrina bíblica nas suas variadas facetas.

Todavia pouco tem sido ventilado a ecoteologia para a comunidade da fé, na camada evangélica como também nas escolas de formaçao teológica. Versamos assuntos que Deus criou o mundo pela sua palavra (Ex. nihilo) e também mencionamos com eloqüencia a sua “Providencia” como doutrina segura pois, “O Deus que cria é o Deus que sustenta”, todavia pouco falamos de ecologia, pois essa palavra por si só nao tem no nível básico, aspecto fisiológico de teologia ou doutrina proveitosa para a igreja pois ela está no patamar da comunidade cientifica, dos pacifistas, dos ambientalistas, etc.

Quando desconhecemos assuntos vitais que estao inseridos na doutrina crista como ecologia isso nao produz na comunidade evangélica uma responsabilidade ecológica, porém quando redescobrimos pela meditaçao e estudo apurado a importância de uma ecoteologia para a igreja, isso nos arranca do ostracismo tradicional e nos arremete a uma visibilidade da nossa responsabilidade crista para com as questoes ecológicas dos nossos dias e seu pélago.

Olhando para o mundo criado por Deus e como versou Hendrikus Berkhof : “ Deus como Criador e o Mundo como Criaçao”, o próprio Deus chama a sua igreja para uma responsabilidade ecológica. O próprio Aurélio Agostinho, teólogo de grande influencia, trabalhou no bojo da sua teologia a ecoteologia (Ecoteologia Agostiniana).

Em 1992, em Brasília os teólogos católicos e seminaristas no artigo 15 reafirmaram com clareza que: “ Somos convocados a desenvolver uma consciencia criatural, onde a criaçao deixa de ser vista como objeto de domínio, pois ela é um dom de Deus que deve ser acolhida com reverencia, respeito e louvor”.

O cientista e biólogo alemao Ernst Haeckel em 1866 cunhou o termo científico “Ecologia” “Oikos-casa”; “Logos- estudo” que no seu nível explicável se resume “ estudo da casa ou do mundo’. Se nos tempos passados a ecologia estava fechada ao estudo científico das relaçoes dos seres vivos com seu habitat, hoje já nao é mais assim, porque várias pessoas militam na chamada defesa do equilíbrio do meio ambiente, que é necessário para a vida.

Quando pensamos em ecologia devemos nao só pensar em ecologia natural mais também em ecologia humana, pastoral, social, pois tudo se relaciona. Os estudiosos dizem que o movimento ecológico é uma reaçao científica e global contra o paradigma de vida industrializado, consumista, racionalista imposto a todo o mundo pela modernidade, vindo do continente europeu, branco, ocidental e cristao.

A cosmovisao crista nesse sentido deve ser integral (holos), pois pensando assim percebemos que a poluiçao do ar, buracos na camada de ozônio produzido por gases da indústria humana, o efeito estufa, aquecimento da atmosfera que provoca degelo nos pólos aumentando as águas dos mares que inundam as cidades marítimas, a poluiçao da terra, a poluiçao das águas, a falta de uma coerencia no campo político, a violencia urbana, o terrorismo internacional as armas nucleares, o crescimento demográfico, a destruiçao dos recursos naturais etc. sao também responsabilidade crista e nao somente dos pacifistas, ambientalista etc. “O ser-humano pode ser homicida e genocida mais pode ser também biocidas, ecocidas e geocidas”. O teólogo Leonardo Boff mesmo afirma que a ecologia mais do que qualquer outra ciencia nos coloca diante da natureza como totalidade orgânica, diferenciada e única. Ela nos facilita entender o conceito teológico da criaçao, mediante o qual Deus e o universo se diferem, e ao mesmo tempo se aproximam.

O teólogo Francis Schaeffer também falou da explosao da populaçao e do problema ecológico, esse assunto proposto aqui nao ficou desapercebido por ele que afirma, que estamos em “dificuldades” . O missiólogo Dr. Timóteo Carriker sublinha que no meio cristao é bastante comum ter uma perspectiva negativa em relaçao ao mundo e o papel do homem no mundo criado por Deus, todavia a tríplice realidade bíblica entre Deus e o homem e a sua criaçao devem ser levada em conta no aspecto da nossa responsabilidade como filhos de Deus que entendemos que o mundo em que vivemos, em seu sentido micro e macro é obra de Deus e nao de um darwinismo excentrico

Como cristaos nao devemos estar aquém da situaçao que destrói o mundo como as derrubadas de florestas, os chamados desmatamento, a matança de animais, a poluiçao dos rios, os produtos químicos e a banalizaçao da vida humana que gera os sem teto, os sem emprego, sem educaçao, sem possibilidade, sem esperança etc. O progresso industrial gerou na humanidade “o melhor dos tempos e o pior dos tempos”.

A justiça que é tao clara na Bíblia passa pelo caminho também ecológico e isso é responsabilidade crista, pois mais do que os cientistas, ambientalistas, pacifistas, simpatizantes do meio ambiente, nós cristaos conhecemos o Deus criador e sustentador e de justiça que antes da formaçao do homem, criou o universo e tudo que nela há, pois do Senhor é a “terra’ e esse mesmo Deus em sua sabedoria e graça fez o homem a sua imagem e semelhança “ imago Dei” e colocou com destaque sobre sua criaçao para ele cuidar dela.

No Congresso Brasileiro de Evangelizaçao em 2003 na cidade de Belo Horizonte (MG) um dos pontos abordados foi a questao ecológica pela ministra Marina Silva que versou seu conhecimento técnico com o arranjo doutrinário cristao, trazendo uma proposta para a comunidade da fé sobre o meio ambiente e seus enfrentamentos políticos, comerciais etc..

Isso tudo nos arremete para uma responsabilidade crista para com as questoes ecológicas dos dias atuais. A igreja crista como disse o Dr. John Stott deve se engajar em todo o serviço para a glória de Deus, ela nao deve celebrar o status quo mais romper com ele numa visao bíblica criacional de serviço.

A igreja Crista nao deve perpetua o laissez faire mais ter uma voz profética no que tange a ecologia num sentido humano e fundamentalmente teológico de contribuiçao no mundo que vivemos.

Pensando assim minimizamos o patrulhamento ideológico que o cristao nao se preocupa com o mundo e nao tem responsabilidade no que tange a ecologia nos dias atuais pois a Bíblia nos convoca através do nosso serviço integral a exaltar o Deus da criaçao sendo participante dessa diaconia ecológica produzindo sem dúvida a Soli Deo Glória.

Adoraçao bíblica nao é somente uma expressao vocal, musical, mais é também testemunhal e passa pelo cuidado do mundo de Deus e da percepçao desse mundo como responsabilidade crista. A tese criacionista nao é somente um desbancar um darwinismo excentrico ventilado nos círculos humanos mais vai além disso. Ela é a formataçao de ver o Mundo de “Deus” com os óculos verdes na perspectiva do altíssimo gerando na comunidade da fé responsabilidade e serviço.

Pastor Carlos Lopes
Teólogo

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O Grande Colisor e o desvendar da mente de Deus

August 13, 2010 by Jean Gabriel  
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O Grande Colisor, o acelerador de partículas inaugurado a 10 de setembro – com 27km de circunferência, construído sob as fronteiras da Suíça e da França – é para a física o que o telescópio é para a astrofísica.

Seu princípio operacional baseia-se na famosa equação de Einstein – E=mc2 (E é energia; m, massa; c, velocidade da luz). A quantidade de energia concentrada numa porção de matéria equivale à sua massa multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz. A velocidade da luz é de 300 mil km por segundo.

Se a energia tem massa, 1 kg de carvão, convertido totalmente em energia, produziria 25 bilhões de quilowatt-hora (kwh) de eletricidade. Toda a energia elétrica gerada nos EUA, somada à do Brasil, não chega a 15% disso.

Antes de Einstein, ninguém supôs que energia e massa se igualassem. A constante c, aparentemente inofensiva, representa um número astronômico – o quadrado da velocidade da luz. Se extrairmos energia de uma colherada de água, ela será suficiente para que um transatlântico atravesse o Atlântico mil vezes.

O que se pretende com o acelerador de partículas é captar a energia primitiva que deu início ao Universo há 13,7 bilhões de anos – o Big Bang. Ele é como uma imensa serpente brotando de um pequeno balão de hidrogênio, cujas válvulas, controladas por computadores, liberam jatos de gás, como se fosse uma brincadeira de criança. No entanto, em cada um daqueles jatos há mais prótons do que a soma de todas as estrelas da Via Láctea.

As minúsculas nuvens de gás entram pela cavidade elétrica do gerador que separa os elétrons dos átomos de hidrogênio, como quem arranca o halo de luz de uma estrela, e lançam os prótons, primeiro, por um túnel de grande velocidade; em seguida, por um cano estreito como uma mangueira de jardim, mas com cerca de 5 km de extensão. Dentro desse anel os prótons são acelerados por pulsão provocada por eletroímãs, enquanto ímãs focalizadores os reúnem num feixe tão fino quanto a grafite de um lápis.

Ao atingir uma velocidade próxima à da luz, a massa inicial aumenta cerca de 300 vezes, graças à própria velocidade. Neste momento, são desviados do anel e lançados contra um alvo dentro de um detector. Seus rastros, captados pelo campo magnético do detector, revelam a identidade da partícula.

Os aceleradores seriam como estrelas mecânicas; sua temperatura, elevada a milhões de graus, pode fazer com que as partículas se movam tão rapidamente como no coração das estrelas. No anel do acelerador, prótons e antiprótons percorrem trajetórias opostas em velocidades próximas à da luz, colidindo um milhão de vezes por segundo – e, assim, fragmentando os átomos em suas partículas mais genuínas, entre as quais o quark top, o último dos seis tijolos fundamentais da matéria a ter sua existência comprovada, em 1995.

Quanto mais aperfeiçoado o acelerador de partículas, mais serão descobertas novas partículas. Assim, os cientistas se perguntam se algum dia essa “arqueologia” da matéria findará – ao se depararem com aquela partícula que seria, afinal, a mais elementar, base de todas as demais.

O acelerador nos aproxima do parto gerador do Universo. Para as nossas dimensões de tempo, alcançar o que sucedeu 1 centésimo de segundo após a Criação é fantástico. Que importa saber o que ocorreu 1 decimilibilionésimo de segundo antes que você decidisse piscar o olho, como fez agora? No entanto, quando se trata da evolução da matéria, cada fragmento de segundo é como um século para a história humana.

Sabe-se, hoje, o que teria ocorrido nos três primeiros minutos após a explosão do Ovo Primordial que continha todo o Universo, o Big Bang. Mas isto não basta, muitas outras coisas se passaram na fornalha original antes daquela fração de segundo.

O que a ciência procura é se aproximar do momento em que o átomo inicial não se conteve e, pleno, abriu-se como um botão de rosa que exibe pétalas em todas as direções. Assim, ficaremos sabendo um pouco mais a respeito das raízes de nossa universal e holística árvore genealógica.

O que fazia Deus antes de criar o Universo? A resposta foi dada por Santo Agostinho, no século IV: “Preparava o inferno para quem faz esse tipo de pergunta”.

Quem aprecia culinária e gosta de pilotar um fogão saiba que os ingredientes da receita para fazer o Universo são simples: 76,5% de hidrogênio; 21,5% de hélio e 2% de outros elementos químicos.

De preferência, o cozinheiro deve ter mãos divinas.

Frei Betto, autor de 51 livros, editados no Brasil e no exterior. Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Frade dominicano

Extraído de: http://www.genizahvirtual.com

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