Propaganda Versus Evangelismo
março 31, 2010 by Lucas Mota
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Somos especialistas em fazer propaganda enfatizando exatamente aquilo que não somos. Isto é quase sempre uma regra. No desespero de atingirmos um grupo grande de pessoas, atropelar a ética se torna algo comum. É preciso perceber que a ética para a elaboração de mídias de produtos não pode ser utilizada para a disseminação do evangelho.
Isto se dá por que o evangelho não deve ser associado a um produto. A publicidade de um produto quase sempre busca encontrar um apelo emocional para que pessoas o comprem. Mas emocionalismo não é o sentimento correto daquele que conhece verdadeiramente o evangelho; pois é algo volúvel e que não durará muito tempo. Quem se entrega a apelos emocionais e compra algo, quase sempre irá trocar sua aquisição por uma “melhor” num futuro próximo.
Outro grande problema que enfrentamos ao falar em evangelismo, é tentarmos aplicar conceitos de marketing à igrejas. Conceitualmente, igrejas costumam ser exatamente o contrário do que sua divulgação afirma. Esta dualidade entre a mídia e a realidade, provoca decepções tremendas. E também não deixa de ser uma mentira. Já vi muitas pessoas que ficaram impressionadas por práticas de rua, ou até mesmo por eventos ditos de “evangelismo”, que abusavam de expressões artísticas. Mas ao chegar no culto de domingo, tais pessoas se sentiam enganadas. Parecia que todo aquele ambiente legal foi apenas uma isca para se apresentar mais “do mesmo de sempre”.
E talvez o tipo mais comum de decepção provocada pela propaganda é quando uma pessoa se filia a uma igreja na perspectiva de viver com pessoas melhores que ela mesma. Isto é algo que quase sempre acaba mal. Afinal, a igreja é a comunidade dos arrependidos; daqueles que buscam a vida em santidade, mas… o quanto somos melhores que os de fora? Na ânsia de estar andando com pessoas “sem problemas”, muitos acabam formando grupos organizados pelo pior tipo de afinidade: suas dificuldades. E estes tem tudo o que é necessário para promover grandes tragédias. Mas se nosso marketing abordasse a verdade, pessoas saberiam que em nosso meio, trabalhamos como um hospital: muitos doentes, buscando constante recuperação.
Conheço uma igreja que possui um banner com a foto de algumas pessoas escolhidas a dedo em sua fachada. Porém, com o tempo, algumas pessoas abandonaram a fé. Inclusive, duas pessoas se revelaram homossexuais e se afastaram completamente da comunidade. Este banner por muitos é considerado como uma propaganda que deu errado e que, com certa urgência, necessita ser substituído. Inclusive há quem defenda o uso de bancos de imagens (com imagens pessoas desconhecidas) na confecção de uma nova fachada. Mas… há algo mais autêntico do que o velho banner? O velho representa a verdade. Diz que no nosso meio há pessoas com problemas. Que alguns talvez não chegarão até o fim, apesar de suas juras de amor a Cristo. E também revela que temos problemas como qualquer outra pessoa.
Esta é a publicidade da verdade; que não mente para se alcançar resultados. E com certeza, um evangelismo baseado em mentiras, não pode ser usado para representar aquele que é o caminho, A VERDADE e a vida.
Ariovaldo Ramos
Fonte: Ariovaldo.com.br
A Atitude Cristã e a Pós-modernidade – Repost
março 23, 2010 by Lucas Mota
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O maior desafio da igreja cristã em cada geração é se fazer entendida pelas pessoas de sua própria época. Esse fato é importante, pois nunca vamos conseguir falar de qualquer assunto, se não nos comunicarmos na linguagem cultural de nossa sociedade. Então, devemos ter o trabalho de pesquisar e entender o que se chama o “espírito da época”, ou as maneiras de pensar do homem atual, para que a mensagem chegue ao coração das pessoas.
Mas que tempo é esse que vivemos que temos que discernir o que devemos utilizar para a expansão do reino de Deus e também nos prevenir? De uma maneira geral, os filósofos o chamam de Idade Pós-moderna. Esse nome não quer dizer muita coisa, mas é justamente essa indefinição que caracteriza a pós-modernidade. A pós-modernidade é uma espécie de reação não planejada à modernidade ou e era moderna. A modernidade é caracterizada por alguns sonhos bem específicos. Primeiro a modernidade entronizava a razão como o principal meio de se obter conhecimento e tomar decisões, segundo ela rejeitava todo tipo de religião ou doutrina que tinha contato com algum ser transcendente que pudesse se revelar ao ser humano. Terceiro ela estabelecia as ciências naturais como o meio de aperfeiçoamento da humanidade. Isto quer dizer que através do domínio da natureza pelas leis naturais, a erradicação das doenças e a conseqüente eternização do homem, pela automatização do trabalho que faria o homem trabalhar muito menos e a erradicação do mal através de um mundo perfeito onde ninguém iria querer roubar ou matar seu semelhante, pois todos gozariam de um grande bem estar e felicidade eterna, o homem conseguiria construir o seu paraíso sem a apelar para a inadequação da religião.
Podemos ver claramente que esses objetivos da modernidade falharam miseravelmente. A natureza não foi domada, pelo contrário, cada vez mais a terra geme e se revolta contra o homem através de grandes cataclismos devido o impacto ambiental do progresso humano. As pragas não foram domadas pelo contrário existe o aparecimento de novas epidemias, além de bactérias multi-resistentes que estão custando muito para serem domadas. Em termos de trabalho, nunca o homem se esforçou tanto para trabalhar primeiro no aprimoramento e estudo e depois na carga horária e de stress que o trabalho contemporâneo produz, enchendo as salas dos psicólogos. Em termos de pobreza, dados de várias associações mostram no mundo uma maior concentração de renda com os ricos enquanto grandes populações não possuem o mínimo para sobreviver. Em termos de guerras, as duas guerras mundiais que aconteceram no século XX, quando a humanidade perdeu sua virgindade atômica fizeram cidades inteiras desaparecerem. Todo esse fracasso do ideal iluminista racionalista deixou o homem perplexo depois da 2ª guerra mundial. Nesse ponto, o homem moderno fica sem saída, pois não quer mais voltar para a religião mítica que rejeitou anteriormente, e nem quer continuar com o projeto falido que desvanecera nos escombros das guerras. Então a reação foi uma rejeição ao moderno sem saber direito para onde se estava indo. O resultado dessa reação reflexiva autônoma é a pós-modernidade, uma espécie rejeição aos ideais da modernidade, ainda que sem uma proposta concreta e elaborada.
Por isso foi dito que a modernidade tem a indefinição como característica, não porque adotasse conscientemente, mas por que vive nessa indefinição devido ao rápido colapso do pensamento dominante anterior.
Dentro dessa reação pós-moderna podemos localizar algumas posturas que procedem desse tipo de perfil, bem característico de quem ainda não achou o seu caminho após o trauma sofrido.
Primeiro é o remorso generalizado. O homem pós-moderno sofre de remorso por várias coisas que antes, ele julga, foi feito de maneira equivocada. O exemplo é a natureza, antes apenas era uma barreira para o progresso agora é quase adorada como uma deusa-mãe da humanidade. A tecnologia, outro exemplo, passou a ter um foco maior para o alívio das tensões humanas e para recompensar o esforço feito no trabalho produzindo status social. A tecnologia, portanto assume um papel mais imediatista e recompensador do esforço humano, do que uma porta mítica para um aperfeiçoamento da humanidade como foi anteriormente. O significado também sofreu sua metamorfose. Enquanto na modernidade a significação de um texto seria específica vinculada à mente do autor que escreve, na pós-modernidade esse significado já não pertence ao autor no momento que este o passa para o papel, mas se torna livre para que o leitor tire do texto aquilo que mais lhe convier. Com isso a definição de verdade e mentira se torna subjetiva, o que pode ser verdade para um pode não ser verdade para outro. Conseqüentemente a ausência de um padrão de verdade e mentira, também se reflete na estrutura do ser humano com relação a sua identidade pessoal. A busca do homem pelo significado de si mesmo perde o sentido, pois se perde referencia do que se deve ser. O resultado por sua vez é a crise existencial de quase todo homem pós-moderno, devido ao vazio de alvo para a sua trajetória. Em outras palavras a mistura explosiva de buscar um sentido para ser, aliado ao trabalho intenso para sobreviver, torna o homem alvo da ansiedade existencial, que o leva a uma depressão não apenas pessoal, mas também social. Resumindo é para um vazio cada vez maior de propósito que estamos indo.
A posição do homem na linha da história seria mais ou menos essa:
Olhando para o passado o homem não vê um propósito, pois eliminou a religião que lhe dizia que houve um Deus transcendente a esse mundo que criou o homem como um plano e desígnio definido.
Olhando para o futuro o homem se decepciona, pois a ciência que iria levá-lo ao paraíso terrestre só produziu o inferno das guerras e da destruição ambiental retirando uma expectativa de um mundo melhor.
O que sobra então para o homem? Resposta: O presente. Em outras palavras o homem precisa tirar do seu Hoje toda a sua expectativa de desejo satisfeito, significado e realização de uma vida inteira. A sobrecarga do presente leva o homem a uma insatisfação muito grande, pois não há imediatismo que consiga dar conta de toda a expectativa e esperança humana.
As reações, entretanto não param aí, ao sentir o vazio de propósito no seu interior o ser humano pós-moderno faz do entretenimento o alvo chave para seu querer. Desde a descontração com os amigos num bar, passando por uma viagem turística até aos esportes radicais em contato com a natureza, sempre se busca um prazer compensador para todo o contexto indefinido da pós-modernidade. Até a religião antes execrada pela modernidade volta à cena, não como era antes, mas como um dos instrumentos de alivio humano para o conflito interior de ser. Isto é, essa religião pós-moderna não precisa ter coerência nenhuma em seus pressupostos, mas apenas acolher o homem dando-lhe uma esperança, qualquer que seja. Como ela não exige coerência de visão ou de doutrina ela pode abusar para o misticismo irracional ou para o pragmatismo econômico sem cair em contradição, sendo que as religiões que possuem essas características são as mais procuradas pela população.
Agora que o palco da tragédia contemporânea está montado o que a Igreja de Cristo poderia fazer para testemunhar de Deus nesse período da história?
É interessante dizer que apesar dessa época ser confusa, não podemos nos enganar pensando que um evangelho sem precisão teológica ou bíblica será prontamente acolhido pelas pessoas. Também por outro lado não devemos rejeitar essa época pós-moderna como se fosse inteiramente maligna. Isto é fechando-se para o mundo com medo de se contaminar, blindando a igreja culturalmente e procurando desenvolver-se com uma cultura separada. Podemos ver pela história que a igreja vitoriosa é a que interage com o mundo de maneira sábia, isto é sem conformar-se com o mundo, mas também sem retirar-se do mundo. Esse equilíbrio às vezes não é muito fácil, mas é imprescindível para a vida da igreja. Podemos então dois aspectos de aonde a igreja deve se identificar e dois que ela deve repelir a pós-modernidade. Os aspectos que levam a identificação facilitarão o testemunho da igreja, e os aspectos que levam a separação blindarão a igreja da influência má deste século. Vamos ás duas características de identificação:
1 – A ênfase em relacionamentos
A falida modernidade era marcada pelo individualismo, quer dizer o homem moderno achava que não precisava de ninguém, que através de seu conhecimento ele seria perfeito. Por isso ela preferia ficar na presença de pessoas capazes como ele, que não fossem fracas ou ineptas. A pós-modernidade tem a característica de valorizar as ligações pessoais. O homem pós-moderno busca uma comunidade que ele possa se identificar e ser identificado. Isso em suma é ótimo para a igreja transmitir sua mensagem. Se as pessoas buscam sua identidade dentro de um grupo social a igreja pode ser este grupo perfeitamente. Para isso, entretanto é necessário receber as pessoas de maneira pessoal e não massificada. Isto é, o ser humano pós-moderno foge e tem fugido de se sentir mais um numa multidão. Ele quer sentir importante e marcante aonde ele se relaciona. Por isso a igreja pós-moderna precisa evitar fórmulas mágicas de agregar pessoas em bandos com tem sido feito constantemente. Esses planos de crescimento têm mais a ver com a modernidade em que o alvo coletivo era infinitamente mais importante que o valor pessoal. Um exemplo disso foi os milhões de pessoas anônimas que morreram nas guerras por causa de seus países e de seus alvos coletivos.
2 – A ênfase na variedade de formas e tendências
A uniformização de tudo que se fazia era uma das características principais da modernidade. Era o que se chamava de produção em série, isto é, o importante era uma forma básica que pudesse ser reproduzida várias vezes com menos custo e gasto de energia. Essa característica da modernidade levou o homem ao desespero da monotonia. Várias casas iguais no mesmo bairro, várias roupas iguais e de preço baixo, vários carros iguais saindo das fábricas, essa era a grande beleza e conquista moderna. Hoje sabemos que não é assim, as pessoas não querem mais o que é produzido para muitas pessoas usarem, mas o que é artesanalmente produzido. Hoje se escolhe a comida caseira, o detalhe feito mão nas roupas, o nome bordado ao invés do crachá. Essa variação de formas e tendências tem despertado o homem pós-moderno para sua singularidade, isto é, quando ele interage com o diferente. A igreja da mesma forma, se quiser alcançar o homem dessa era não pode se especializar nisso ou naquilo. Ela não pode buscar o seu desenvolvimento espiritual, ou seu crescimento numérico, ou sua evangelização formatando estratégias que por sua vez formatam pessoas que posteriormente formataram outros, essas estratégias baseadas no pensamento moderno de produzir muito com pouco esforço e com formas iguais separará a igreja do mundo (como tem feito) e da sua obra evangelizadora. Que estratégia usar para produzirmos convertidos aos montes? Que curso inventaremos para produzir líderes em toneladas? Que tipo de culto vamos fazer para que todos de uma vez recebam uma nova experiência com Deus? A resposta é nenhum! Isso por que a igreja não é uniforme, é multiforme ela não tem extremo, mas tem tendências, ela não possui dom, mas uma variedade deles. É nessa variedade é que a igreja acha a naturalmente e espontaneamente sua maneira de ser na sociedade.
Agora podemos citar as duas características que blindarão a igreja de influências malignas presentes nesse século:
1 – Rejeição ao desconstrucionismo da literatura.
Como foi mencionado acima uma das características mais específicas da pós-modernidade é interpretar os textos não pelo que o autor quer que signifique, mas pelo que o leitor quer que signifique para ele naquele momento. Essa tendência pós-moderna passou debaixo das portas das igrejas e escolas bíblicas como um nevoeiro e atingiu a maneira de como se deve interpretar a Bíblia. O significado das escrituras guardado no texto bíblico, que foi inspirado por Deus, e dado aos autores dos 66 livros da Bíblia parece que hoje não pesam no desejo de se conhecer a Deus intimamente e saber sua vontade. Hoje se alegando também uma inspiração do Espírito Santo tiramos os versículos e parágrafos de contexto e damos a eles um outro significado que o autor da escritura nunca sonhou em dar. Muitas vezes chamamos isso de atualizar a bíblia para o momento de hoje. Na verdade o que se está fazendo é justamente o que a pós-modernidade chama de desconstruir o texto, e o mais interessante é que essa idéia aparece na igreja justamente quando a humanidade teve a idéia de tratar o texto dessa maneira, seria isso uma coincidência ou uma contaminação e conformação desse século em nossas mentes cristãs? Podemos levantar dois argumentos básicos contra essa nova moda evangélica. O primeiro é se o Espírito Santo pode nos falar usando qualquer coisa e essa é a maneira regular que ele faz para nos edificar e transformar nosso caráter que sentido teria a inspiração da Bíblia? Por que homens lutaram e perderam sua vida para salvar a escritura inspirada e diferencia-la de outros livros que não eram inspirados? Se a principal maneira de Deus se comunicar conosco é usando qualquer texto ou qualquer fenômeno houve um grande desperdício na história da igreja para proteger a Bíblia dos que queriam queimá-la, dos heréticos que queriam pervertê-la e, além disso, não valeu de nada se arriscar para levar milhões de bíblias para países da antiga cortina de ferro e para o mundo mulçumano. Não! Existe uma diferença no que está escrito nas Escrituras e o que podemos receber por revelação pessoal e a escritura se torna uma base para julgamento de qualquer coisa que se chama de revelação pessoal hoje. Se não fosse não teria motivo o cânon inspirado ter sido fechado depois do Apocalipse. O segundo argumento seria uma contra argumentação a respeito do que seria atualizar a Bíblia ou a mensagem dela. Devemos ter em mente que a mensagem da Bíblia através de seus textos foi idealizada por Deus que habita a eternidade, isto é, Deus não é sujeito ao tempo. Então sua mensagem é também uma mensagem eterna para o homem de qualquer época, pois a eternidade é superior à temporalidade. Não é difícil observar, porém que essa mensagem eterna foi transmitida num momento histórico específico e, portanto para chegarmos ao âmago da mensagem e aproveita-la em toda a sua intensidade devemos levar em conta o tempo e o espaço que foi escrito, estudando-os para que possamos entender melhor a intenção do autor. Quando entendemos essa mensagem que nos é dada pela Bíblia, nós tocamos uma mensagem eterna que tem a autoridade do próprio Cristo e tem o mesmo poder de transformação.
2 – A rejeição da superficialidade e artificialidade nos relacionamentos.
Foi adito anteriormente que a falta de identidade e a vontade de se relacionar é um ponto positivo na era pós-moderna. No entanto podemos perceber um lado sombrio nesse comportamento. Essa vontade de se reunir para acabar com a solidão, não quer dizer que a pessoa deixou de ser egoísta. A comunidade se torna então um lugar para ele se sentir bem acompanhado, mas ela não perde seu senso forte de privacidade não se deixando conhecer por outros. Isso impede que o verdadeiro sentido de igreja se torne real. Todos os sítios sociais têm seus heróis e mitos, a igreja enquanto comunidade, social também idealiza muitas vezes seus perfis heróicos resultado de suas experiências como comunidade, entretanto não deve ser assim na igreja de Cristo. Ela deve acolher as pessoas como são para que elas se relacionem sem máscaras e possam na sua transparência produzir sua parte na comunidade, sem construir para si um comportamento tido como espiritual superior e evitar a produção de ídolos e cultos à personalidade para aqueles que aparentemente alcançaram tal padrão. Assim da mesma maneira a liderança deve assumir esse nível transparência para que aja uma referencia no rebanho também. E todos possam contribuir com o que são para a edificação da comunidade. Só quem é livre para se relacionar com seus dons e defeitos pode contribuir para uma edificação do corpo.
Resumindo a pós-modernidade veio trazer tanto coisas boas como ruins para o pensamento humano. Devemos saber discernir quais são nossas portas de acesso através dela para a evangelização e formação do caráter espiritual do cristão. Além disso, devemos nos precaver contra a batalha espiritual que este século também nos impõe para que possamos não nos conformar e sermos uma voz profética em nossa geração.
Lívio Bruno
A Missão Urbana da Igreja de Antioquia da Síria (I) – Repost
março 23, 2010 by Lucas Mota
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A partir de Atos 13:1 a 28:31 nós encontramos a última narrativa geográfica de Lucas, em seu esforço por demonstrar que Evangelho deveria ser levado à todas a nações. Para isto, Lucas enfatiza a missão da igreja de Antioquia da Síria, e o ministério do Apóstolo Paulo nos principais centros urbanos de sua época. Este artigo focaliza a primeira parte, a missão da igreja de Antioquia da Síria.
Antioquia foi a cidade onde a fundação para a missão mundial foi estabelecida para alcançar os confins da terra. Ela era uma cidade cosmopolitana, a metrópoles da Síria, e depois tornou-se a capital da província Romana na Ásia.
Essa cidade foi fundada por Seleuco I Nicator em 300 AC, no rio Orontes, aproximadamente 26 km do Mediterrâneo e cerca 480 km (ao norte) de Jerusalém. Antioquia tornou-se a capital da dinastia dos Seleucidas, cujo nome vem de Antioco I, pai de Seleuco, o qual era general de Alexandre o Grande. Em 64 AC, debaixo da liderança de Pompei, os Romanos chegaram a Antioquia, controlando-a como seu centro administrativo e militar. E em 27 AC ela tornou-se a capital da Síria. Sendo um importante centro comercial e ações militares, Antioquia tornou-se um influente centro urbano, uma cidade (polis) Helenística. Também, era a terceira cidade do Império Romano, sendo um mosaico de culturas. Conhecida como a “primeira cidade do Leste”. DeVries entende que “Antioquia era a segunda somente em relação à Jerusalém como um centro do Cristianismo primitivo” (DeVries 1997:345).
Exceto Jerusalém, a cidade de Antioquia da Síria foi a mais importante cidade da história da igreja primitiva. Através desta igreja de Antioquia da Síria a missão mundial foi estabelecida para alcançar os confins da terra. Por isso se faz necessário olhar seu nascimento, testemunho, liderança, e alcance missionário.
O Nascimento da Igreja
A igreja de Antioquia da Síria nasceu como resultado da grande “tribulação que sobreveio a Estevão, se espalharam até Antioquia” (At. 11:19). Esta igreja é uma filha da perseguição e Estevão tem parte em sua história. Depois do discurso de Estevão, e consequentemente sua morte, “levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém; e todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e Samaria” (At. 8:1). Nada podia parar e impedir o avanço da palavra de Deus, porque os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra (At. 8:4).
Quem são os “que foram dispersos por causa da tribulação que sobreveio a Estevão?” (At. 11:19). Eles eram Judeus cristãos Helenístas, que falavam o grego. A perseguição afetou quase toda a igreja, “exceto os apóstolos” (At. 8:1). Muito provavelmente a perseguição afetou mais os Helenístas, os quais foram para a Judéia e Samaria, e as cidades de Azoto, todas as cidades, e Cesaréia na costa do Mediterrâneo (At. 8:40). Passando “pelas regiões da Judéia e Samaria” (At. 8:1), eles finalmente chegaram “até a Fenícis, Chipre e Antioquia (At. 11:19).”
Não podemos ignorar esse caráter de perseguição e sofrimento como elementos que produziram e influenciaram o nascimento desta igreja. Qualquer estudioso do crescimento da igreja jamais poderia imaginar que esta perseguição espalharia os cristãos da igreja primitiva não somente à Antioquia da Síria, mas aos confins da terra. “Alguns deles, porém, que eram de Chipre e de Cirene, e que foram até Antioquia, falavam também aos gregos, anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus” (At. 11:20). Em seguida veremos que esta igreja, filha da perseguição possuía líderes cheios de visão missionária. Perseguidos sim, mas não desorganizados!
A Liderança da Igreja
Em sendo uma cidade multiétnica, “dividida em Gregos, Sírios, Judeus, Latinos e Africanos” (Bakke 1997:146), a igreja também reflete este caráter em sua liderança. Uma multicultural, multicor, multiétnica equipe formava a liderança pastoral desta igreja. Isto mostra-nos a heterogeneidade como uma das marcas distintas da comunidade da fé. “Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão por sobrenome Niger, Lúcio de Cirene, Manaém , colaço de Herodes o tetrarca e Saulo (At. 13:1). Barnabé era um levita, de Chipre (At. 4:36). Simeão, chamado Niger (Negro) muito provavelmente um prosélito judeu. Lucius era de Cirene, uma cidade Africana. Ele era um Gentio ou um Judeu com nome Romano. Manaém (“Confortador”) foi criado com Herodes Antipas, o tetrarca da Galiléia. Saul foi um ex-Fariseu e um cidadão Romano. Foi a partir desta variedade de contextos, culturas e raças que a liderança da igreja de Antioquia foi formada.
Não existe dúvida de que o líder mais proeminente desta igreja foi Barnabé, sendo a “ponte ideal entre dois mundos, uma pessoa confiada tanto pelos moradores que falavam o Aramaico em Jerusalém e as pessoas Helenístas de Chipre e Cirene” (Crowe 1997:92). O trabalho missionário nesta cidade teve tanto sucesso que a “notícia chegou aos ouvidos da igreja em Jerusalém” (At. 11:22). Desejando saber o que estava acontecendo, “eles enviaram Barnabé até Antioquia” (At. 11:22). Existem três hipóteses relacionadas a Barnabé. Primeira, ele era um Helenista moderado, tendo um relacionamento muito próximo aos apóstolos, o qual não precisou escapar da perseguição de Atos 8:1-3. Segunda, ele era um do grupo que fundou esta igreja. Terceiro, ele era um missionário independente que veio à Antioquia. Se existem dúvidas a respeito desta pessoa, por outro lado não existe nenhuma dúvida quanto ao seu caráter, sendo “um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé” (At. 11:24).
Barnabé teve uma importância fundamental na solidificação desta igreja. Sua primeira atitude foi chamar Saulo para juntar-se a equipe, trazendo-o à Antioquia. Sua missão era “reunir a igreja e ensinar numerosa multidão” (At. 11:26). Como resultado desse esforço missionário nesta igreja eles tornaram-se os delegados (representantes) oficiais para viajar para todos os lugares, proclamando as boas novas do Senhor Jesus (At. 13:2-3).
O Testemunho da Igreja
Infelizmente Lucas não dá-nos uma narrativa detalhada sobre o ministério desta igreja. Se esta igreja foi a primeira igreja que proclamou as boas novas do Senhor Jesus além das fronteiras Judaicas, tornando-se a iniciadora do movimento missionário ao mundo Gentílico, não poderíamos esperar mais detalhes desse tremendo esforço desta igreja, especialmente se aceitarmos que Lucas era proveniente de Antioquia da Síria. Contudo, os poucos detalhes que ele nos deu ajudam-nos a ter uma idéia do tipo de igreja que ele estava narrando. O testemunho desta igreja pode ser visto em pelo menos três momentos.
Autor: Jorge Barro
Fonte: MIAF
O Incêndio de Roma – Repost
março 23, 2010 by Lucas Mota
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Extraido do Livro: Os 100 Acontecimentos Mais Importantes Da História do Cristianismo
Talvez o cristianismo não se expandisse de maneira tão bem-sucedida, caso o Império Romano não tivesse existido. Podemos dizer que o império era um tambor de gasolina à espera da faísca da fé cristã.
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Os elementos unificadores do império ajudaram na expansão do evangelho. Com as estradas romanas, as viagens ficaram mais fáceis do que nunca. As pessoas falavam grego por todo o império e o forte exército romano mantinha a paz. O resultado da facilidade de locomoção foi a migração de centenas de artesãos, por algum tempo, para cidades maiores — Roma, Corinto, Atenas ou Alexandria — e depois se mudavam para outro lugar. O cristianismo encontrou um clima aberto à religiosidade. Em um movimento do tipo Nova Era, muitas pessoas começaram a abraçar as religiões orientais — a adoração a Isis, Dionisio, Mitra, Cibele e outros. Os adoradores buscavam novas crenças, mas algumas dessas religiões foram declaradas ilegais por serem suspeitas de praticar rituais ofensivos. Outras crenças foram oficialmente reconhecidas, como aconteceu com o judaísmo, que já desfrutava proteção especial desde os dias de Júlio César, embora seu monoteísmo e a revelação bíblica o colocassem à parte das outras formas de adoração.
Tirando plena vantagem da situação, os missionários cristãos viajaram por todo o império. Ao compartilhar sua mensagem, as pessoas nas sinagogas judaicas, nos assentamentos dos artesãos e nos cortiços se convertiam. Em pouco tempo, todas as cidades principais tinham igrejas, incluindo a capital imperial.
Roma, o centro do império, atraía pessoas como um ímã. Paulo quis visitar Roma (Rm 1.10-12), e, na época em que escreveu sua carta à igreja romana, vemos que ele já saudava diversos cristãos romanos pelo nome (Rm 16.3-15), talvez porque já os tivesse encontrado em suas viagens.
Paulo chegou a Roma acorrentado. O livro de Atos dos Apóstolos termina narrando que Paulo recebia convidados e os ensinava em sua casa, onde cumpria pena de prisão domiciliar, ainda que, de certa forma, não vigiada.
A tradição também diz que Pedro passou algum tempo na igreja romana. Embora não tenhamos números precisos, podemos dizer que, sob a liderança desses dois homens, a igreja se fortaleceu, recebendo tanto nobres e soldados quanto artesãos e servos.
Durante três décadas, os oficiais romanos achavam que o cristianismo era apenas uma ramificação do judaísmo — uma religião legal — e tiveram pouco interesse em perseguir a nova “seita” judaica. Muitos judeus, porém, escandalizados pela nova fé, partiram para o ataque, tentando inclusive envolver Roma no conflito.
O descaso de Roma pela situação pode ser visto no relato do historiador romano Tácito. Ele relata uma confusão entre os judeus, instigada por um certo “Chrestus”, ocorrida em um dos cortiços de Roma. Tácito pode ter ouvido errado, mas parece que as pessoas estavam discutindo sobre Christos, ou seja, Cristo.
Por volta de 64 d.C, alguns oficiais romanos começaram a perceber que o cristianismo era substancialmente diferente do judaísmo. Os judeus rejeitavam o cristianismo, e cada vez mais pessoas viam o cristianismo como uma religião ilegal. A opinião pública pode ter começado a mudar em relação à fé nascente até mesmo antes do incêndio de Roma. Embora os romanos aceitassem facilmente novos deuses, o cristianismo não estava disposto a partilhar a honra com outras crenças. Quando o cristianismo desafiou o politeísmo tão profundamente arraigado de Roma, o império contra-atacou.
Em 19 de julho, ocorreu um incêndio em uma região de trabalhadores de Roma. O incêndio se prolongou por sete dias, consumindo um quarteirão após o outro dos cortiços populosos. De um total de catorze quarteirões, dez foram destruídos, e morreram muitas pessoas.
A lenda diz que o imperador romano Nero “dedilhava” um instrumento musical, enquanto Roma era destruída pelas chamas. Muitos de seus contemporâneos achavam que Nero fora o responsável pelo incêndio. Quando a cidade foi reconstruída, mediante o uso de altas somas do dinheiro público, Nero se apoderou de grande uma extensão de terra e construiu ali os Palácios Dourados. O incêndio pode ter sido a maneira rápida de renovar a paisagem urbana.
Objetivando desviar a culpa que recaíra sobre si, o imperador criou um conveniente bode expiatório: os cristãos. Eles tinham dado início ao incêndio, acusou o imperador. Como resultado, Nero jurou perseguir e matar os cristãos.
A primeira onda da perseguição romana se estendeu de um período pouco posterior ao incêndio de Roma até a morte de Nero, em 68 d.C. Sua enorme sede por sangue o levou a crucificar e queimar vários cristãos cujos corpos foram colocados ao longo das estradas romanas, iluminando-as, pois eram usados como tochas. Outros vestidos com peles de animais, eram destroçados por cães nas arenas. De acordo com a tradição, tanto Pedro quanto Paulo foram martirizados na perseguição de Nero: Paulo foi decapitado, e Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.
Entretanto, a perseguição ocorria de maneira esporádica e localizada. Um imperador podia intensificar a perseguição por dez anos ou mais; mas um período de paz sempre se seguia, o qual era interrompido abruptamente quando um governador local resolvia castigar novamente os cristãos de sua área, sempre com o aval de Roma. Esse padrão se prolongou por 250 anos.
Tertuliano, escritor cristão do século li, disse: “O sangue dos mártires é a semente da igreja”. Para surpresa geral, sempre que surgia perseguição, o número de cristãos a ser perseguido aumentava. Em sua primeira carta, Pedro encorajou os cristãos a suportar o sofrimento, confiantes na vitória derradeira e no governo divino que seria estabelecido em Cristo (lPe 5.8-11). O crescimento da igreja sob esse tipo de pressão provou, em parte, a veracidade dessas palavras.
Modalidade e Sodalidade – Repost
março 23, 2010 by Lucas Mota
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Modalidade e Sodalidade
No Brasil e em grande parte do mundo cristão, quase não se questiona a estrutura da igreja local, representada principalmente pelas congregações denominacionais. Para nós, igreja é sinônimo de instituição. Isso faz com que as estruturas missionárias não ligadas a uma denominação específica ou interdenominacionais sejam vistas como paraeclesiásticas –próximas da igreja, mas não parte dela. Daí conclui-se: se as congregações fossem “mais missionárias”, não precisaríamos das agências de missões. Read more
Políticos Para Não Votarmos
junho 26, 2009 by Lucas Mota
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Estamos começando agora uma campanha de conscientização da nação, em especial a nação evangélica.
Acreditamos que é de interesse de todos nós o bem estar do país que Deus nos deu, e já que vivemos em uma democracia essa consientização precisa começar de nós, os eleitores.
Segue abaixo uma lista de todos os políticos que você NÂO deve votar.
| ID | NOME | CARGO | PARTIDO | ACUSAÇÃO OU CRIME A QUE RESPONDE |
| 1 | ABELARDO LUPION | Deputado | PFL-PR | Sonegação Fiscal |
| 2 | ADEMIR PRATES | Deputado | PDT-MG | Falsidade Ideológica |
| 3 | AELTON FREITAS | Senador | PL-MG | Crime de Responsabilidade e Estelionato |
| 4 | AIRTON ROVEDA | Deputado | PPS-PR | Peculato |
| 5 | ALBÉRICO FILHO | Deputado | PMDB-MA | Apropriação Indébita |
| 6 | ALCESTE ALMEIDA | Deputado | PTB-RR | Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 7 | ALEX CANZIANI | Deputado | PTB-PR | Peculato |
| 8 | ALMEIDA DE JESUS | Deputado | PL-CE | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 9 | ALMIR MOURA | Deputado | PFL-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 10 | AMAURI GASQUES | Deputado | PL-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 11 | ANDRÉ ZACHAROW | Deputado | PMDB-PR | Improbidade Administrativa |
| 12 | ANÍBAL GOMES | Deputado | PMDB-CE | Improbidade Administrativa |
| 13 | ANTERO PAES DE BARROS | Senador | PSDB-MT | Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha |
| 14 | ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO | Deputado | PSDB-SP | Crime de Responsabilidade |
| 15 | ANTÔNIO JOAQUIM | Deputado | PSDB-MA | Improbidade Administrativa |
| 16 | BENEDITO DE LIRA | Deputado | PP-AL | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 17 | BENEDITO DIAS | Deputado | PP-AP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 18 | BENJAMIN MARANHÃO | Deputado | PMDB-PB | Crime Eleitoral |
| 19 | BISPO WANDERVAL | Deputado | PL-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 20 | CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS) | Deputado | PMDB-MG | Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 21 | CARLOS ALBERTO LERÉIA | Deputado | PSDB-GO | Lesão Corporal |
| 22 | CELSO RUSSOMANNO | Deputado | PP-SP | Crime Eleitoral, Peculato e Agressão |
| 23 | CHICO DA PRINCESA (FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT) | Deputado | PL-PR | Crime Eleitoral |
| 24 | CIRO NOGUEIRA | Deputado | PP-PI | Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação |
| 25 | CLEONÂNCIO FONSECA | Deputado | PP-SE | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 26 | CLÓVIS FECURY | Deputado | PFL-MA | Crime Contra a Ordem Tributária |
| 27 | CORIALANO SALES | Deputado | PFL-BA | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 28 | DARCÍSIO PERONDI | Deputado | PMDB-RS | Improbidade Administrativa |
| 29 | DAVI ALCOLUMBRE | Deputado | PFL-AP | Corrupção Ativa |
| 30 | DILCEU SPERAFICO | Deputado | PP-PR | Apropriação Indébita |
| 31 | DOUTOR HELENO | Deputado | PSC-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 32 | EDSON ANDRINO | Deputado | PMDB-SC | Crime de Responsabilidade |
| 33 | EDUARDO AZEREDO | Senador | PSDB-MG | Improbidade Administrativa |
| 34 | EDUARDO GOMES | Deputado | PSDB-TO | Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 35 | EDUARDO SEABRA | Deputado | PTB-AP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 36 | ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO | Deputado | PRONA-SP | Falsidade Ideológica |
| 37 | EDIR DE OLIVEIRA | Deputado | PTB-RS | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 38 | EDNA MACEDO | Deputado | PTB-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 39 | ELAINE COSTA | Deputada | PTB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 40 | ELISEU PADILHA | Deputado | PMDB-RS | Corrupção Passiva |
| 41 | ENIVALDO RIBEIRO | Deputado | PP-PB | Crime Contra a Ordem Tributária, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 42 | ÉRICO RIBEIRO | Deputado | PP-RS | Crime Contra a Ordem Tributária e Apropriação Indébita |
| 43 | FERNANDO ESTIMA | Deputado | PPS-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 44 | FERNANDO GONÇALVES | Deputado | PTB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 45 | GARIBALDI ALVES | Senador | PMDB-RN | Crime Eleitoral |
| 46 | GIACOBO (FERNANDO LUCIO GIACOBO) | Deputado | PL-PR | Crime Contra a Ordem Tributária e Seqüestro |
| 47 | GONZAGA PATRIOTA | Deputado | PSDB-PE | Apropriação Indébita |
| 48 | GUILHERME MENEZES | Deputado | PT-BA | Improbidade Administrativa |
| 49 | INALDO LEITÃO | Deputado | PL-PB | Crime Contra o Patrimônio, Declaração Falsa de Imposto de Renda |
| 50 | INOCÊNCIO DE OLIVEIRA | Deputado | PMDB-PE | Crime de Escravidão |
| 51 | IRAPUAN TEIXEIRA | Deputado | PP-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 52 | IRIS SIMÕES | Deputado | PTB-PR | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 53 | ITAMAR SERPA | Deputado | PSDB-RJ | Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 54 | ISAÍAS SILVESTRE | Deputado | PSB-MG | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 55 | JACKSON BARRETO | Deputado | PTB-SE | Peculato e Improbidade Administrativa |
| 56 | JADER BARBALHO | Deputado | PMDB-PA | Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro |
| 57 | JAIME MARTINS | Deputado | PL-MG | Crime Eleitoral |
| 58 | JEFERSON CAMPOS | Deputado | PTB-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 59 | JOÃO BATISTA | Deputado | PP-SP | Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 60 | JOÃO CALDAS | Deputado | PL-AL | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 61 | JOÃO CORREIA | Deputado | PMDB-AC | Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 62 | JOÃO HERRMANN NETO | Deputado | PDT-SP | Apropriação Indébita |
| 63 | JOÃO MAGNO | Deputado | PT-MG | Lavagem de Dinheiro |
| 64 | JOÃO MENDES DE JESUS | Deputado | PSB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 65 | JOÃO PAULO CUNHA | Deputado | PT-SP | Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato |
| 66 | JOÃO RIBEIRO | Senador | PL-TO | Peculato e Crime de Escravidão |
| 67 | JORGE PINHEIRO | Deputado | PL-DF | Crime Ambiental |
| 68 | JOSÉ DIVINO | Deputado | PRB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 69 | JOSÉ JANENE | Deputado | PP-PR | Estelionato, Improbidade Administrativa, Lavagem de Dinheiro, Corrupção Passiva, Formação de Quadrilha, Apropriação Indébita e Crime Eleitoral |
| 70 | JOSÉ LINHARES | Deputado | PP-CE | Improbidade Administrativa |
| 71 | JOSÉ MENTOR | Deputado | PT-SP | Corrupção Passiva |
| 72 | JOSÉ MILITÃO | Deputado | PTB-MG | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 73 | JOSÉ PRIANTE | Deputado | PMDB-PA | Crime Contra o Sistema Financeiro |
| 74 | JOVAIR ARANTES | Deputado | PTB-GO | Improbidade Administrativa |
| 75 | JOVINO CÂNDIDO | Deputado | PV-SP | Improbidade Administrativa |
| 76 | JÚLIO CÉSAR | Deputado | PFL-PI | Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Falsidade Ideológica |
| 77 | JÚLIO LOPES | Deputado | PP-RJ | Falsidade Ideológica |
| 78 | JÚNIOR BETÃO | Deputado | PL-AC | Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 79 | JUVÊNCIO DA FONSECA | Deputado | PSDB-MS | Improbidade Administrativa |
| 80 | LAURA CARNEIRO | Deputada | PFL-RJ | Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 81 | LEONEL PAVAN | Senador | PSDB-SC | Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão |
| 82 | LIDEU ARAÚJO | Deputado | PP-SP | Crime Eleitoral |
| 83 | LINO ROSSI | Deputado | PP-MT | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 84 | LÚCIA VÂNIA | Senadora | PSDB-GO | Peculato |
| 85 | LUIZ ANTÔNIO FLEURY | Deputado | PTB-SP | Improbidade Administrativa |
| 86 | LUPÉRCIO RAMOS | Deputado | PMDB-AM | Crime de Aborto |
| 87 | MÃO SANTA | Senador | PMDB-PI | Improbidade Administrativa |
| 88 | MARCELINO FRAGA | Deputado | PMDB-ES | Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 89 | MARCELO CRIVELA | Senador | PRB-RJ | Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica |
| 90 | MARCELO TEIXEIRA | Deputado | PSDB-CE | Sonegação Fiscal |
| 91 | MÁRCIO REINALDO MOREIRA | Deputado | PP-MG | Crime Ambiental |
| 92 | MARCOS ABRAMO | Deputado | PP-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 93 | MÁRIO NEGROMONTE | Deputado | PP-BA | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 94 | MAURÍCIO RABELO | Deputado | PL-TO | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 95 | NÉLIO DIAS | Deputado | PP-RN | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 96 | NELSON BORNIER | Deputado | PMDB-RJ | Improbidade Administrativa |
| 97 | NEUTON LIMA | Deputado | PTB-SP | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 98 | NEY SUASSUNA | Senador | PMDB-PB | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 99 | NILTON CAPIXABA | Deputado | PTB-RO | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 100 | OSMÂNIO PEREIRA | Deputado | PTB-MG | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 101 | OSVALDO REIS | Deputado | PMDB-TO | Apropriação Indébita |
| 102 | PASTOR AMARILDO | Deputado | PSC-TO | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 103 | PAULO AFONSO | Deputado | PMDB-SC | Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa |
| 104 | PAULO BALTAZAR | Deputado | PSB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 105 | PAULO FEIJÓ | Deputado | PSDB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 106 | PAULO JOSÉ GOUVEIA | Deputado | PL-RS | Porte Ilegal de Arma |
| 107 | PAULO LIMA | Deputado | PMDB-SP | Extorsão e Sonegação Fiscal |
| 108 | PAULO MAGALHÃES | Deputado | PFL-BA | Lesão Corporal |
| 109 | PEDRO HENRY | Deputado | PP-MT | Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 110 | PROFESSOR IRAPUAN | Deputado | PP-SP | Crime Eleitoral |
| 111 | PROFESSOR LUIZINHO | Deputado | PT-SP | Lavagem de Dinheiro |
| 112 | RAIMUNDO SANTOS | Deputado | PL-PA | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 113 | REGINALDO GERMANO | Deputado | PP-BA | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 114 | REINALDO BETÃO | Deputado | PL-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 115 | REINALDO GRIPP | Deputado | PL-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 116 | REMI TRINTA | Deputado | PL-MA | Estelionato e Crime Ambiental |
| 117 | RIBAMAR ALVES | Deputado | PSB-MA | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 118 | RICARDO BARROS | Deputado | PP-PR | Sonegação Fiscal |
| 119 | RICARTE DE FREITAS | Deputado | PTB-MT | Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 120 | RODOLFO TOURINHO | Senador | PFL-BA | Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira |
| 121 | ROMERO JUCÁ | Senador | PMDB-RR | Improbidade Administrativa |
| 122 | ROMEU QUEIROZ | Deputado | PTB-MG | Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro |
| 123 | RONALDO DIMAS | Deputado | PSDB-TO | Crime Eleitoral |
| 124 | SANDRO MABEL | Deputado | PL-GO | Crime Contra a Ordem Tributária |
| 125 | SUELY CAMPOS | Deputada | PP-RR | Crime Eleitoral |
| 126 | TATICO (JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO) | Deputado | PTB-DF | Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal |
| 127 | TETÉ BEZERRA | Deputado | PMDB-MT | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 128 | THELMA DE OLIVEIRA | Deputada | PSDB-MT | Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha |
| 129 | VADÃO GOMES | Deputado | PP-SP | Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária |
| 130 | VALDIR RAUPP | Senador | PMDB-RO | Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira |
| 131 | VALMIR AMARAL | Senador | PTB-DF | Apropriação Indébita |
| 132 | VANDERLEI ASSIS | Deputado | PP-SP | Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 133 | VIEIRA REIS | Deputado | PRB-RJ | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 134 | VITTORIO MEDIOLI | Deputado | PV-MG | Sonegação Fiscal |
| 135 | WANDERVAL SANTOS | Deputada | PL-SP | Corrupção Passiva |
| 136 | WELLINGTON FAGUNDES | Deputada | PL-MT | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 137 | ZÉ GERARDO | Deputado | PMDB-CE | Crime de Responsabilidade |
| 138 | ZELINDA NOVAES | Deputada | PFL-BA | Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) |
| 139 | ÂNGELA GUADAGNIN | Deputada | PT-SP | Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto |
| 140 | ANTÔNIO PALOCCI | Ex-Ministro | PT-SP | Quebra de Sigilo Bancário |
| 141 | CARLOS RODRIGUES | Ex-Deputado | PL-RJ | BISPO RODRIGUES |
| 142 | DELÚBIO SOARES | Tesoureiro | PT-GO | Ex Tesoureiro do PT |
| 143 | JOSÉ DIRCEU | Ex-Deputado | PT-SP | Mensalão |
| 144 | JOSÉ GENOÍNO | Ex-Deputado | PT-SP | Mensalão, Dólares na Cueca |
| 145 | JOSÉ NOBRE GUIMARÃES | Deputado Est. | PT-CE | Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal) |
| 146 | JOSIAS GOMES | Deputado | PT-BA | Mensalão, CPI dos Correios |
| 147 | LUIZ GUSHIKEN | Ex-Ministro | PT-SP | CPI dos Correios |
| 148 | PAULO SALIM MALUF | Ex-Prefeito | PPB-SP | Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro |
| 149 | PAULO PIMENTA | Deputado | PT-RS | Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios |
| 150 | PEDRO CORRÊA | Ex-Deputado | PP-PE | Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos |
| 151 | ROBERTO BRANT | Deputado | PFL-MG | Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios |
| 152 | ROBERTO JEFFERSON | Ex-Deputado | PTB-RJ | Mensalão |
| 153 | SEVERINO CAVALCANTI | Ex-Deputado | PP-PE | Escândalo do Mensalinho (Renuncio para evitar a cassação) |
| 154 | SILVIO PEREIRA | Secretário PT | PT | Mensalão |
| 155 | VALDEMAR COSTA NETO | Ex-Deputado | PL-SP | Mensalão (renunciou para evitar a cassação) |
Fonte: Inexistent Man
Morávios
junho 23, 2009 by Lucas Mota
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Iniciado em Hernhut, Alemanha no século 18, o movimento de oração continua (24 horas) chamado Moravianos durou por quase 100 anos, e eles não oravam por aquilo que não estavam dispostos a ser a resposta. Os moravianos eram muito dedicados ao Senhor, mais de 2150 membros de sua igreja foram enviados como missionários, a ação missionária utilizou pessoas simples e comuns de coveiro a lavrador, de sapateiro a oleiro e até como escravo vendido. Marcaram um recomeço de um mutirão missionário a todas as nações. Certa fez foi feita a seguinte pergunta a um moraviano: “O que significa ser um moraviano?”. Eele respondeu “Ser um moraviano e promover a causa global de Cristo são a mesma coisa”.
Dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da India onde 3000 africanos trabalhavam como escravo e cujo dono era um Britânico agricultor e ateu. Esses joves fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: ” Nenhum pregador e nenhum clérico chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido”. Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: “E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?”, o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o tranposte deles. Então os jovens usaram o valor de sua propria venda para custiar sua viagem.
No dia da partida para ilha, as famílias estavam reunidas no porto para se despedirem dos jovens. Houve orações choros e abraços, amigos e familiares puderam dar o último adeus para seus irmãos. E algumas pessoas falaram: porque vocês estão fazendo isso? Vocês nunca mais irão ver seus familiares e amigos, e vão ser escravos para o resto de suas vidas! Mas quando o barco estava se afastando do porto os dois jovens levantaram suas mãos e declararam em voz alta: ‘para que o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício através das nossas vidas.”.
A Igreja dos Irmãos Morávios continua ativa hoje, mas seu legado é visto também em outras denominações. John Weslev foi grandemente influenciado pelos morávios e incorporou algumas de suas preocupações ao movimento metodista. William Carey, muitas vezes considerado o pai das missões protestantes modernas, estava, na verdade, seguindo os passos dos missionários morávios. “Vejam o que os morávios fizeram”, comentou ele em determinada ocasião. “Será que não poderíamos seguir seu exemplo e, em obediência a nosso Mestre Celestial, ir ao mundo e pregar o evangelho aos incrédulos”?
Prático da ETED do Primeiro Semestre de 2009
junho 20, 2009 by Lucas Mota
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Foram dois meses de muito trabalho e crescimento. Um prático que rendeu muita história pra contar, muitas fotos, muita risada, e muita saudade. A gente gostaria de compartilhar com você um pouco do que rolou durante todos esses dias. A primeira fase do prático foi em Alto Paraíso de Goiás, uma cidade que fica há mais ou menos 4 horas de Brasília. A fase número dois foi no Ceará, em cidades como Barbalha, Crato, Caucaia e Fortaleza. Trabalhamos basicamente dando treinamento de evangelismo nas igrejas e fazendo trabalho social com crianças e adolescentes em escolas, projetos e favelas. Tempo de Deus na vida de toda equipe!
ALTO PARAÍSO – GO
Essa cidade tem uma realidade muito diferente de qualquer outra: possui aproximadamente 280 comunidades alternativas (ou seitas, se preferirem) numa população de apenas sete mil habitantes. Muito tranqüila, é lugar de refúgio para místicos que acreditam que, quando o mundo acabar, apenas Alto Paraíso permanecerá intacto. Também é pra lá que vão aposentados com alto poder aquisitivo, e estrangeiros, que procuram descanso. Por tudo isso e por ser uma cidade turística, o custo de vida é bastante alto. Mas a problemática dos jovens “nativos” de lá não é muito diferente do que estamos acostumados a ver por aí: drogas, álcool, prostituição. Durante três semanas, nós trabalhamos com a Igreja Presbiteriana, que tem feito um trabalho muito bacana resgatando esses jovens de uma vida vazia e sem esperança. Demos treinamento de evangelismo, com aulas, oficinas de teatro, dança e música, e organização de impactos em São Jorge (uma vila perto de Alto Paraíso) e na praça da cidade. De modo informal, também discipulamos algumas pessoas e, por consequência de tudo isso, ocorreu um despertamento missionário, fazendo com que alguns jovens da igreja sentissem o desejo de ir para missões. Por ser uma cidade mística, a opressão em Alto Paraíso é muito forte. Em virtude disso, Deus nos deu entendimento da batalha que enfrentávamos, nos despertando para orar sempre e muito. Foram três semanas que pareceram três meses, pois o trabalho foi intenso e nós recebemos muito de Deus!
CEARÁ
Passamos por algumas cidades cearenses durante o mês em que permanecemos ali. A primeira delas foi Barbalha, onde ficamos o maior período de tempo. Foram três semanas nessa cidade de mais ou menos cinquenta e cinco mil habitantes, cujo evangelho é muito primitivo e a perseguição é evidente. Os barbalhenses são extremamente religiosos e competitivos, tanto os católicos quanto os evangélicos. Além disso, existe muito espiritismo baixo, ou seja, muita macumba. A igreja com a qual trabalhamos, Batista Nova Aliança, é bem recente e tem resgatado muitas pessoas que mexem com macumbaria, que se prostituem, que roubam, que se drogam, etc. Um trabalho extremamente difícil! Assim como em Alto Paraíso, lá nós também demos algumas oficinas de teatro, dança e música e ministramos alguns temas como Evangelismo, Temor do Senhor e Submissão, já que tudo ali relacionado ao Evangelho é, de fato, muito primitivo. Encontramos algumas dificuldades pelo meio do caminho, e a pior delas foi a opressão que trouxe algumas consequências para a equipe. Na última semana todos nós ficamos doentes ao mesmo tempo, alguns com infecção intestinal, outros com gripe, e isso nos desanimou. Mas entendamos que Deus tinha nos levado até lá para que a gente desse o nosso melhor, e assim o fizemos. Os dias em Barbalha foram os mais difíceis, mas nós todos aprendemos muito e crescemos com Deus! De lá, nós fomos passar um fim de semana no Crato. Participamos do culto de jovens da Comunidade Evangélica Cristo Vive e fizemos evangelismo juntamente com a JOCUM Cariri, no CAIC de Batateiras. Um tempo de recuperar as forças para ir até Fortaleza e trabalhar por mais uma semana. Ao chegarmos em Fortaleza, nos levaram para a praia de Cumbuco, onde ficamos durante três dias trabalhando com uma igrejinha ainda muito pequena, mas de pessoas que nos receberam bem e que estão sedentas por Deus. Organizamos um evangelismo, dirigimos um dos cultos e apresentamos peças na escola de Caucaia. Os dias ali foram presente de Deus, principalmente porque é um lugar muito bonito! Antes de voltar a Brasília, ainda passamos um dia e uma noite em Fortaleza, na Missão Vida em Foco, que trabalha com crianças em situação de risco. Enquanto alguns foram para a favela da Baixada, apresentar peças e brincar com as crianças dali, outros ficaram na casa da missão brincando com os meninos que vivem lá dentro. No dia seguinte, enfim, voltamos para o frio de Brasília.
Louvamos a Deus porque Ele nos deu oportunidade de servi-Lo nesses lugares e por tudo o que nos ensinou, pelas pessoas que conhecemos e pelas experiências vividas. Muito obrigado a todos que nos acompanharam, de perto e de longe, pelas orações feitas e pelas mensagens enviadas por e-mail e orkut, que muito nos fortaleceu e fez toda diferença. Obrigado mesmo, vocês foram conosco. Que Deus os abençoe!
Letícia Amorim
O Valor de Um Homem
junho 5, 2009 by Lucas Mota
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Estamos vivendo momentos difíceis. O ser humano é classificado pelo que possui ou o que faz. As guerras são cada dia mais frequentes entre os povos e etnias do mundo inteiro. Milhares de pessoas são tratadas como meros objetos de marketing (propaganda). Nos grandes centros urbanos, somos apenas números nas estatísticas. Para os meios de comunicação, valemos apenas para contar ibope ou audiência.
Nações se digladiam por causa de riquezas e, nessa luta, milhares de vidas são ceifadas, inclusive as de crianças que não entendem o que se passa. Aos olhos do mundo; valemos muito pouco. Com exceção de alguns privilegiados, porque fizeram alguma coisa extraordinária, (Construíram aviões, descobriram o telefone, nadaram mais rápido que todos etc.), ou porque possuíram muitos bens (Onassis, Bill Gates,…), ou ainda por se destacarem na política ou nas artes (Kennedy, Di Cavalcante, Elvis Presley,entre outros) ,que são valorizados pelo mundo.
Certa ocasião Albert Einstein disse: “O valor do homem é determinado, em primeira linha, pelo grau e pelo sentido em que se libertou do seu ego”. Mas esse conceito está a milhares de quilômetros de ser encarado como real pelo mundo em que vivemos… Um químico inglês chamado Charles, realizou estudos sobre o valor químico do ser humano e chegou as seguintes conclusões:
1- Com a gordura do corpo de um homem, normalmente constituído, daria para fabricar sete sabonetes;
2 – Se tirássemos todo o açúcar contido no corpo humano, seria o suficiente para adoçar apenas uma xícara de café;
3 – O ferro no nosso corpo daria para ser derretido e ,com ele , faríamos apenas um prego médio;
4 – O fósforo existente em nosso organismo, daria para preencher as cabeças de duzentos palitos;
5 – Com o magnésio de nosso corpo, daria para fazer uma fotografia.
Todos esses dados químicos somados e transformados em moeda corrente no país daria o valor total de R$ 8,00 (oito reais). Isso mesmo, esse é o valor químico do corpo humano.
Mas, qual seria o valor do ser humano diante de Deus?
A Bíblia tem sido categórica em dizer:
1 – “nós somos pó…”- Gênesis 3:19 ou “Somos barro” – Isaias 64:8
2 – Fomos criados um pouco menor que os anjos e coroados de glória e de honra. – Salmo 8:4 e 5
3 – O pecado nos fez perder o valor espiritual que Deus nos concedeu. Isaias 59:2
4 – Estamos destituídos da glória de Deus – Romanos 3:23
AFINAL, qual seria o valor de nossas vidas diante de Deus?
1 – Deus provou o seu amor por nós, dando o seu Filho para morrer pelos nossos pecados. Romanos 5:8
2 – O preço pago pela nossa vida foi o sangue precioso de Jesus – I Coríntios 6: 20.
3 – Deus abençoou o nosso corpo com o seu Espírito Santo e nos tornou santuário seu. I Coríntios 6:19
4 – O corpo é tão importante para Deus que, ao morrermos, o Senhor nos ressuscitará para a eternidade com ele. – I Coríntios 4:14 e 6:14 e 1 Tessalonicenses 4:16.
Sabendo do valor que Deus nos atribuiu e do preço pago pela nossa vida é que devemos procurar glorificá-lo em nosso corpo. Nossa vida só fará sentido real se a vivermos para a glória de Deus. Nenhum dinheiro no mundo pode pagar o preço de uma vida. Deus já pagou o preço que nenhum tesouro na terra poderia pagar e, por essa razão, devemos confiar a nossa vida a Ele e nos entregarmos completamente ao propósito de sua vontade.
Que Deus nos abençoe.
Autor: Pr. Ary Sérgio Abreu Mota
Fonte: Fé e Prática
Formatura da ETED Transmitida Ao Vivo
junho 5, 2009 by Lucas Mota
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A JOCUM DF convida a todos para a formatura da ETED que acontecerá no próximo sábado dia 06 a partir das 19:30 H.
Para quem não puder vir, transmitiremos a formatura ao vivo pelo nosso site.



