Escola de Missões Urbanas
agosto 28, 2009 by Tiago Esmeraldo
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Diante da necessidade de mudança na forma como abordar a população urbana pós-moderna para proclamar as Boas Novas, recebemos direção de Deus de formular uma nova escola, que por agora ainda estamos chamando de Escola de Missões Urbanas. A intenção é oferecer treinamento pra quem reconhece essa necessidade e entende que é resposta para essa questão. A nossa expectativa é grande em cima desse projeto! Queremos te desafiar a participar dele conosco. Abaixo segue algumas informações:
Visão: Discutir e criar ferramentas a fim de desenvolvermos nosso chamado através de projetos de alcance voltados à realidade urbana dentro da perspectiva de modalidade (igreja local) ou sodalidade (campo missionário).
Período: 08 de fevereiro a 08 de maio de 2010
Duração: 13 semanas.
Pré-requisitos:
- Ter acima de 18 anos
- Ser membro de uma igreja
- Se sentir desafiado a trabalhar nessa área
Existem DOIS formatos de alunos para essa escola:
- Aluno Interno: faz a escola de forma integral, ou seja, a rotina é inteiramente dedicada a escola. Para esses alunos, dispomos de hospedagem aqui na base de JOCUM-DF, durante os três meses de duração da escola. Esse formato, com certeza, é o que aproveitará melhor o conteúdo que pretendemos passar.
- Aluno Externo: faz a escola de forma parcial. É voltado para quem não tem disponibilidade de fazer a escola integralmente. As aulas principais serão a noite, e o aluno externo é obrigado a assisti-las. Ele somente não participará da rotina diurna. A parte prática da escola será nos sábados. Para os alunos externos, é obrigatório participar de, no mínimo, sete práticos.
Custos Gerais:
Aluno Interno:
- Inscrição R$ 150,00
- Mensalidade R$ 400,00
- Valor total: R$ 1200,00
Estes valores cobrem despesas com alimentação, hospedagem e aulas internas.
Aluno Externo:
- Inscrição R$ 35,00
- Mensalidade R$ 100,00
- Valor total: R$ 300,00
Estes valores cobrem despesas com aulas internas.
Grade Curricular:
1) 8 a 12/02 – Sociologia
- Cosmovisão
- Modernidade e pós-modernidade
- Mudança de época
2) 15 e 19/02 – Estratégias de evangelismo/Sociologia
- Criação e desenvolvimento
- Artes e eventos
- História da igreja
- História mundial – visão panorâmica
3) 22 a 26/02 – Sociologia
- Cultura de massa e contracultura
- Globalização
- Tribos urbanas (estratégias de evangelismo)
4) 01 a 05/03 – Comunicação
- Fotografia
- Filmagem, edição e direção
- Publicidade (comunicação audiovisual)
5) 8 a 12/03 – Liderança Cristã
- Princípios de liderança:
- Caráter do líder
- Estilo de liderança
- Princípios de autoridade
6) 15 a 19/03 – Liderança Cristã
- Sodalidade e Modalidade
- Raízes de JOCUM (história e reposicionamento)
- Espiritualidade/ fé e religiosidade
7) 22 a 26/03 – Liderança Cristã
- Pioneirismo: motivação ministerial
- Missão de vida, vocação, carreira
8 ) 29/03 a 02/04 – Psicologia
- Comportamento e mudança de comportamento
- Valores e contra valores
9) 05 a 09/04 – Sexualidade
10) 2 a 16/04 – Política
- Movimentos políticos
- Protagonismo jovem
- Cidadania
- Mobilização social
11) 19 a 23/04 – Missiologia
- 4k
- Quarta onda
- Três níveis de discipulado
12) 26 a 30/04 – Antropologia
- Métodos de pesquisa
13) 03 a 07/05 – Administração
- Elaboração de projetos
- Finanças
- Gestão estrutural
- Captação de recursos
CONTATO:
(61) 3434 0671 – Falar com Help ou Letícia
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FORMULÁRIOS:
A história do Movimento Punk no Mundo e no Brasil
agosto 27, 2009 by Tiago Esmeraldo
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Numa época em que as músicas que tocavam nas rádios duravam de dez a quinze minutos, com grandes solos de guitarra e bateria, surge uma música rápida, curta e simples, tocada por rapazes cansados de ouvir hinos hippies e que decidem fazer suas próprias músicas, mesmo não sabendo tocar sequer um acorde. Assim nasce o punk rock em Nova Iorque entre 1974 e 1975, tendo como principal representante os Ramones. Eles já herdavam influências significativas como o MC5 e Stooges, e começam a tocar sem nenhuma pretensão além da diversão, tentando resgatar um pouco do rock dos anos 50 e 60.
Quase ao mesmo tempo em que nascia o punk, acabava os New York Dolls , a principal banda representante do glam rock – eles se vestiam como mulheres, além de usar purpurina e maquiagem, que era empresariada por uma figura que pouco depois se tornaria peça-chave para o punk, um inglês chamado Malcon McLaren. Percebendo o quanto os New York Dolls estavam ultrapassados, Malcon acaba com a banda e influenciado pela cena em Nova Iorque volta para Londres com uma idéia na cabeça. Assim nasce os Sex Pistols, uma criação de Malcon McLaren e sua esposa Vivienne Westwood. Eles juntam alguns freqüentadores de sua loja e incorporam a eles o visual da cena em Nova Iorque – com alguns toques pessoais da estilista Vivienne – e também o estilo da música já vivenciada por Malcon, com tons mais políticos.
Em 1 de dezembro de 1976, o grupo é convidado a participar de um programa de TV nacionalmente assistido, veiculado às 17h – hora do chá londrino. Pela primeira vez, é pronunciada a palavra “fuck off” em rede nacional – claro que pelo integrante mais polêmico do grupo: Johnny Rotten – e então a banda se torna alvo de toda a imprensa britânica, transformando-se num verdadeiro fenômeno.
Em 12 de novembro de 1977 o grupo lança seu primeiro e único álbum: Never Mind the Bollocks, Here’s The Sex Pistols.
Antes dos Sex Pistols, os Ramones já haviam gravado seu primeiro LP, Ramones, lançado no início de 1976. Assim, o punk acontece no mundo, com os Ramones, Sex Pistols, The Clash, e muitas outras bandas.
Inevitavelmente, o que acontecia no mundo chega ao Brasil – claro que algum tempo depois, e com algumas características um pouco diferentes. Alguns dizem que em 1976 alguns grupos de Brasília já ouviam os Ramones, mas a cena teve força mesmo em São Paulo, à partir de 1977. Em plena ditadura militar, os jovens agregam aquele novo som protestante às suas realidades. Através das poucas revistas que eram publicadas no Brasil com fotos dos Ramones e Sex Pistols, começam a imitar seu visual: jeans, camiseta branca, alfinetes nas roupas e no rosto, como forma de agressão à sociedade e ao sistema. Entre 1977 e 1980, os punks eram basicamente gangues de rua, que possuíam em comum a forma de vestir, o gosto pela música e o ódio um pelo outro. No início dos anos 80, as gangues de São Paulo começam a unir-se, mas ainda existia a rivalidade com os punks do ABC. Em 1982, Clemente, vocalista da banda Inocentes, Redson, vocalista da banda Cólera e mais alguns punks de São Paulo decidem organizar um festival para unir os punks de São Paulo e do ABC. Um pouco desconfiados, os punks do ABC topam vir para São Paulo participar do festival, e assim, é organizado o “Começo do Fim do Mundo”, festival histórico realizado no Sesc Pompéia. O festival acaba em pancadaria e polícia versus punks, e fica registrado como um dos maiores festivais punk do Brasil. Em 2001 e 2002, a então prefeita de São Paulo Marta Suplicy organiza na Lapa outros dois festivais em comemoração aos 20 anos do “Começo…”: “A Um Passo Para o Fim do Mundo” e “O Fim do Mundo”, com muitas bandas que participaram em 1982.
Apesar de o Movimento Punk se assemelhar em todos os países, cada qual ganhou aspectos particulares com o tempo. Quando chegou ao Brasil, o movimento era apolítico, mas foi em meados dos anos 80 que assumiu feições de movimento inclinado à esquerda e alguns punks passaram a colaborar com os anarquistas com rumo totalmente direcionado à militância política, com discussões e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas. Em 1988 alguns punks unem-se oficialmente com grupos anarquistas, criando assim os Anarcopunks.
Em geral, o movimento defende valores como o anti-machismo, anti-homofobia, anti-fascismo, liberdade individual, autodidatismo, etc.
Podemos dizer que os punks buscam uma revolução, uma quebra da hegemonia de idéias burguesas. Eles divulgam suas idéias através das músicas, de mídias alternativas – como os fanzines, e principalmente através do seu discurso. Em geral, evitam a mídia de massa, como as televisões pra difundir suas idéias, por acreditarem que essas mídias sejam grandes manipuladores de mentiras à sociedade, distorcendo os fatos em benefício próprio.
“O punk é um movimento sócio-cultural, ele é a revolta dos jovens da classe menos privilegiada, transportada por meio da música” disse Clemente, vocalista da banda Inocentes em carta resposta sem data à matéria intitulada “A Geração Abandonada” publicada pelo jornal O Estado de São Paulo também sem data definida, no ano de 1982.
Desde a chegada da cultura punk no Brasil até hoje, a maioria dos punks são pessoas bem jovens, vindas da periferia da cidade. A música com seu discurso anti-governo, a chamada ao confronto, o protesto contra a miséria, fala diretamente com esses jovens, fazendo que eles se identifiquem e passem a participar ativamente do movimento.
Ivone Cecília D’avila, Doutora em História Social – PUC Campinas escreveu na Revista “Varia História, Vol. 24, no. 40, – Punk: Cultura e Arte”:
“O enfrentamento costumeiro nas periferias das cidades foi adaptado para satisfazer às necessidades de comunicação da luta contra o capitalismo e a sociedade de consumo. A violência nesse sentido, responde a diferentes necessidades: repelir a violência policial, repelir de uma maneira geral as relações hierárquicas e toda a forma de repressão que contribuem para gerar, afirmar a postura de rebeldia e a cultura do mundo do qual ela deriva”
Mas não é só violência a favor de seus ideais que existe no movimento. Apesar de alguns punks não pertencerem a nenhum grupo, as gangues ainda assombram o movimento. As brigas entre gangues, ou entre punks e skinheads (neo-nazistas) ainda existem. Os casos mais graves, que muitas vezes acabam em morte chegam à imprensa, o que taxa equivocadamente todo o movimento como muito violento.
E é entre muita música, debates, violência, política, visual, a anarquia, história, lutas etc é que os punks sobrevivem até hoje no Brasil.
http://agenciabaquara.wordpress.com/a-historia-do-movimento-punk-no-mundo-e-no-brasil/
“sou brasileiro, faço parte dessa nação guerreira…"
agosto 24, 2009 by Tiago Esmeraldo
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Essa semana foi disponibilizado a todos um site que contém informações sobre o 7 de setembro. Lá você encontrará desde a programação do desfile comemorativo à história da nossa bandeira, hino e selo nacional. Essa iniciativa acima de tudo é cultural, estão tentando preencher um vazio, pois no corre-corre ficamos presos em realidades imediatas, enxergamos apenas o dia de trabalho, conquistas próprias e o final de semana de descanso, sem olhar mais além, o horizonte se distancia e nos afastamos de uma realidade óbvia: somos brasileiros e pertencemos a um país que se move junto conosco.
Neste mesmo site há um vídeo de poucos segundos, aquela mesma coisa de sempre, vinda de propagandas do GDF (brasileiros felizes de verde e amarelo), mas algo me chamou a atenção: há uma “musiquinha” de fundo que fez parar pra pensar, ela fala assim:
“sou brasileiro,
faço parte dessa nação guerreira
que tem seu jeito próprio de viver
eu sou feliz
feliz por viver nesse país
que é solidário
não teme o trabalho
exemplo diário de superação
Brasil é o meu país
(Locutor: comemore, você FAZ este país)
é a nação que eu ajudo a construir.
Fonte: http://www.planalto.gov.br/setedesetembro/
Já que fazemos parte mesmo dessa nação vamos analisar o que é falado de nós. “Nação guerreira”, com seu “jeito próprio de viver?” O que será que significa isso, você se sente parte disso? Você é feliz, e o governo tem alguma coisa a ver com essa felicidade? E o que eles querem dizer com “nós fazemos esse país”, você concorda?
É por isso que essa semana estamos disponibilizando no site um fórum, lá será um espaço para você dizer o que sente ao ler a letra dessa música, dizer como é o povo brasileiro aos seus olhos, dizer como está a sua parte do Brasil. Será que todos se sentem assim, tão felizes e com vontade de usar verde e amarelo, e aí temos orgulho de sermos brasileiros?
Participe, escreva o que você acha. Se quisermos chegar a algum lugar como indivíduos e como nação temos que analisar em que pé estamos.
Protesto contra Desigualdade e Injustiça Social
agosto 24, 2009 by Tiago Esmeraldo
Filed under Notícias
No dia 21 de agosto realizamos um “Show Protesto”. Dessa vez foi no Galpãozinho do Gama-DF. As bandas Metástase (covers em geral), Imperfection (Grunge/alternativo),Firmino (Hardcore),Bury me with my Money (deathcore), Faces do caos (Punk) e Underock (Metal alternativo) tocaram seu som.
Cerca de 120 pessoas passaram pelo evento que durou aproximadamente 4hs e 30 min. Apesar do tom de inconformismo do show não houve brigas mas sim conscientização sobre a sociedade em relação à desigualdade e a injustiça social. Os participantes ajudaram doando alimento não perecível.
Se você não foi ao show não perca o próximo que ainda está sendo organizado pela Metástase.
Em breve postaremos fotos e vídeos do “Show Protesto” em nosso site. Fique ligado.
Projetos sobre meio ambiente param no Congresso
agosto 20, 2009 by Tiago Esmeraldo
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Propostas defendidas por preservacionistas ficam fora das prioridades dos líderes no parlamento. Falta de vontade política impede aprovação de políticas nacionais para mudanças climáticas, resíduos sólidos, e do imposto de renda ecológico.
Os congressistas deixam fora das prioridades do Legislativo propostas fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e para a preservação do meio ambiente. Os temas ecológicos ganharam espaço nos debates na sociedade, mas dentro do Congresso as matérias que criam políticas básicas para a gestão pública estão paradas ou tramitam com lentidão.
Um exemplo da morosidade em votação de propostas estrategicamente importantes para o país é projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, PL 203/1991, que há 18 anos tramita no Congresso. A proposta, que dispõe sobre a gestão do lixo urbano, está parada na Câmara desde setembro de 2007. A última tramitação foi quando o Executivo encaminhou ao Congresso um outro projeto de resíduos sólidos (PL 1991/2007). Na época, a expectativa era de que a proposta fosse priorizada, pelo caráter de urgência da matéria, mas até hoje ela permanece na pauta do plenário da Câmara sem previsão para ser votada.
“Falta pensamento estratégico nas prioridades do Congresso. Muitas propostas estão descontextualizadas com o que está acontecendo no mundo e as conquistas já feitas. Mas a gente tem que reconhecer que há profusão de projetos apresentados e que o número de projetos tem crescido significativamente. Nesse momento histórico da humanidade, se o Brasil tiver um pensamento estratégico a altura de sua potencialidade, ele será um dos poucos países que pode dar um salto civilizatório”, analisa a ex-ministra do Meio Ambiente e senadora, Marina Silva, que estava à frente do ministério quando o PL do resíduo sólido foi encaminhado pelo Executivo.
Entre os projetos considerados estratégicos, está também a proposta que cria o Imposto de Renda Ecológico (PL 5974/2005), um projeto de incentivo fiscal que possibilita que pessoa física ou jurídica possa deduzir do imposto de renda valores doados a entidades que promovam projetos de conservação do meio ambiente e promoção do uso sustentável. A proposta, que também está na pauta de votações do plenário da Câmara, já foi discutida em primeiro turno, mas não foi apreciada por acordo de líderes. “Estamos pressionando e acredito que agora vai”, considerou o diretor de mobilização da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani.
O Congresso também deve para a sociedade uma resposta sobre a Política Nacional de Mudanças Climáticas. O PL 261/2007 traz diretrizes para evitar ou minimizar os impactos negativos da ação do homem no sistema climático, para estimular a redução na emissão de gases do efeito estufa. O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões, mas no último dia 15 de julho foi retirada da pauta da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara por acordo de líderes.
Uma outra matéria de fundamental importância para minimizar conflitos de competência em torno do licenciamento ambiental e agilizar o processo de licença de obras de infraestrutura está na lista de dívidas históricas do Congresso sem previsão para ser apreciada. A regulamentação do art. 23 da Constituição, que é aguardada desde a Constituinte de 1988, só foi apresentada em 2003 em projeto de lei encaminhado ao Congresso pelo Executivo, como parte das medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desde abril de 2007, no entanto, o projeto está parado na Comissão de Agricultura da Câmara.
O projeto mais antigo da lista de prioridade de votações da Frente Parlamentar Ambientalisas é o PL 710 de 1988. A proposta, que está há 21 anos em tramitação na Casa, regula o licenciamento ambiental. Desde 2003, está na pauta do plenário pronto para ser votado.
Incipiente
Um dos motivos apontados para o incremento no número de pautas apreciadas é a criação da Frente Parlamentar Ambientalista, fundada em 31 de janeiro de 2007. Ambientalistas afirmam que com a criação da frente e o aumento da pressão da sociedade civil no Congresso, o tema ambiental passou a ter maior relevância no debate legislativo.
“A Frente Parlamentar Ambientalista trouxe para discussão o tema meio ambiente, mas é ainda uma iniciativa incipiente. Ela suscita o debate, mas esse tema é tratado conjuntamente com outros temas. A frente ainda não tem força de puxar uma agenda mais positiva do Congresso”, avalia a secretária executiva do Instituto Socioambiental (ISA), Adriana Ramos.
Presidente da frente, o deputado Sarney Filho (PV-MA) afirma que o grupo tem conseguido criar uma “massa crítica” que dialogue a respeito das questões ambientais dentro do Congresso. O parlamentar, no entanto, reconhece a falta de organização e força política para priorizar a votação de matérias importantes como o projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que está há 18 anos tramitando na Casa.
“Nós não temos o nível de organização que tem a bancada ruralista. Na frente parlamentar a gente defende os direitos difusos da agenda ambiental, que vão desde a qualidade do ar até o combate ao desmatamento, enquanto os ruralistas defendem interesses específicos, que são interesses deles”, considerou Sarney Filho.
Briga de “Alices”
Há outros exemplos da falta de interesse dos parlamentares pela agenda ecológica.A PEC do Cerrado e da Caatinga (PEC 115-150/1995) se encontra há 14 anos na Casa. Trata-se de uma proposta de emenda constitucional que transforma esses dois biomas em patrimônios naturais. Atualmente, a proposta tramita em caráter de urgência, mas enfrenta resistência de grupos que alegam que ela irá engessar a ocupação e as atividades econômicas.
O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), nega a movimentação da bancada ruralista no sentido de impedir votações de matérias ligadas ao meio ambiente e afirma que ocorre uma radicalização das discussões por parte dos ambientalistas, interessados em impor uma “ditadura ambiental”.
O impasse entre ruralistas e ambientalistas dentro do Congresso é visto pelo coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace, Nilo D’ávila como uma briga de “Alices” sem lógica. Nilo afirma que numa análise sobre mudanças no Código Florestal – tendo essa lei “como um grande ponto de tensão” entre os dois grupos –, percebe-se que nenhuma alteração significativa foi feita desde 2001, quando foi aprovada a medida provisória que alterou partes do código.
Independente de interesses específicos de bancadas no Congresso, a falta de prioridade de propostas fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente tem causado impactos significativos na sociedade brasileira. A falta da Política Nacional de Resíduos Sólidos, por exemplo, mantém um cenário crítico no país.
De acordo com relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), das cerca de 170 mil toneladas diárias de resíduos sólidos gerados nas cidades brasileiras, pouco mais de 140 mil são coletadas, das quais 60% não tem destino final adequado. (leia o relatório de 2007 – até o fechamento da matéria o relatório de 2008 ainda não havia sido divulgado).
“Como pode em um Brasil que destina a maior parte de seus resíduos à lixões desapropriados, um Congresso levar tantos anos para votar uma matéria? Como se explica o Brasil não ter até hoje uma lei de resíduos sólidos? Não tem explicação. E agora querem aprovar uma lei que não contempla o lixo eletrônico, que é cheio de metal pesado. Isso é um absurdo”, concluiu o ex-deputado Fábio Feldmann, autor do primeiro projeto de lei que trata do assunto (PL 203/1991).
Por Renata Camargo:
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=29360
Protesto contra Desigualdade e Injustiça Social
agosto 19, 2009 by Tiago Esmeraldo
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NÃO PERCA nesta sexta-feira (21 de agosto) o Protesto realizado pela METÁSTASE contra a desigualdade social e miséria com a participação das bandas Firmino, Underock,Imperfection,No Fate,Metástase,Faces do Caos e Bury me with my Money. Será realizado a partir das 18h30min no Galpãozinho ao lado da rodoviária do Gama-DF. Entrada: 1kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá).Contato: (61) 3434 0671- Lucas Mota
Ecologia e Cristianismo
agosto 19, 2009 by Tiago Esmeraldo
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“Do grego oikos significa casa e logos estudo.Ecologia é, literalmente, o ‘estudo da casa (ambiente)’ que vivemos”
Os cristãos costumam ser relapsos quanto ao cuidado com a Natureza. É triste ver que aqueles que conhecem o Criador de todas as coisas, não se importam com aquilo que Ele criou, antes, são negligentes, poluidores, fazem pouco caso, e até mesmo ridicularizam os que tentam proteger a criação.
Nós deveríamos ser os primeiros a lutar pela Natureza, mas muitas vezes apenas criticamos ações como as do Greenpeace e outras organizações com o Peta, que invadem desfiles onde os estilistas usam peles de animais.
Não fazemos idéia do que seja o Protocolo de Kyoto e o quão importante seria cumprir seus termos. Também não questionamos e lutamos para que países como os Estados Unidos, assinem o mesmo. Nós mesmos nos tornamos poluidores, jogamos nossos lixos em qualquer esquina, não nos preocupamos com a reciclagem, ou em utilizar material reciclado. Enquanto empresas ao redor do mundo tem mudado algumas atitudes para promover uma melhoria no planeta, nós não estamos nem aí.
Continuamos imprimindo nossas quantidades absurdas de folhetos, em papel não reciclado, levando com isso a morte de milhões de árvores. Com relação aos animais, então, as coisas pioram. Muitos os odeiam, e outros não estão nem aí se eles simplesmente desaparecem. Matamos cobras por achar que são demônios e não seres criados por Deus, aprisionamos pássaros por achá-los bonitinhos e não seres que merecem liberdade.
Às vezes, nos preocupamos com o Social e fazemos muitos trabalhos nessa área, o que realmente é importante. Mas mudar o Social sem mudar o Ambiental, não adianta muita coisa. Levar alimentos a uma comunidade carente, por exemplo, ajuda muito. Mas e se aquela for uma comunidade na qual não exista um sistema de esgoto? Ou seja, a ajuda social traz um conforto momentâneo, mas não impede a população de continuar doente.
O que temos que entender é que o Ambiental é tão importante quanto o Social, que são complementares e um não pode dar certo se não houver mudança no outro. Não estou dizendo para as pessoas saírem por aí quebrando as empresas por poluírem; só lhes peço que respeitem e lutem para que a criação de Deus não morra por nossa negligência.
Lembrem-se de que Deus nos colocou por dominadores, e isso não significa que podemos destruir tudo e matar o que Ele fez. Afinal, Deus domina sobre todos nós e não nos destruiu, e nem mesmo pisa em nós e nos faz sofrer, mas demonstrou por nós um amor maior do que somos merecedores.
É esse tipo de dominação que somos chamados a ter com a Natureza, de amá-la e cuidar dela até que Ele venha. Eu creio que iremos prestar contas do que fizemos a esse planeta. Se somos seguidores de Cristo, fazemos o que Ele faria, e eu não acredito que Jesus destruiria aquilo que o Pai fez. Por isso, peço-vos que ajudem a preservar aquilo que Ele fez.
por Egleidson Frederik Do Amaral Gomes
http://www.salvavidasgetsemani.com/2008/06/12/ecologia-e-cristianismo
Suzuki – Missões Transcultural – Parte 2
agosto 14, 2009 by Tiago Esmeraldo
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Suzuki – Missões Transcultural – Parte 1
agosto 14, 2009 by Tiago Esmeraldo
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Maria Socorro (Help) – Culto 12/08/09
agosto 14, 2009 by Tiago Esmeraldo
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