Tito Destrói Jerusalém

abril 30, 2009 by Lucas Mota  
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Extraído do livro:  Os 100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo

JerusalémTITO DESTRÓI JERUSALÉM

Os 100 acontecimentos mais importantes da história do Cristianismo

Géssio Floro amava o dinheiro e odiava os judeus. Como procurador romano, governava a Judéia e pouco se importava com as sensibilidades religiosas. Quando a entrada de impostos era baixa, ele se apoderava da prata do Templo. Em 66, quando a oposição cresceu, ele enviou tropas a Jerusalém para crucificar e massacrar alguns judeus. A ação de Floro foi o estopim para uma revolta que já estava em ebulição havia algum tempo.

No século anterior, Roma não tinha tratado os judeus de maneira adequada. Primeiramente, Roma havia fortalecido o odiado usurpador Herodes, o Grande. Apesar de todos os belos edifícios que construíra, Herodes não conseguiu lugar no coração das pessoas.

Arquelau, filho de Herodes e seu sucessor-, era tão cruel que o povo pediu a Roma que lhe desse um alívio. Roma atendeu a esse pedido enviando diversos governadores: Pôncio Pilatos, Félix, Festo e Floro. Eles, assim como outros, tinham a tarefa, nada invejável, de manter a paz em uma terra bastante instável.

O espírito independente dos judeus nunca morreu. Eles olhavam com orgulho para os dias dos macabeus, quando se livraram do jugo de seus senhores sírios. Agora, suas desavenças mesquinhas e o fabuloso crescimento de Roma os colocavam novamente sob o comando de mãos estrangeiras.

O clima de revolução continuou durante o governo de Herodes. Os zelotes e os fariseus, cada um à sua maneira, queriam que as mudanças acontecessem. O fervor messiânico estava em alta. Jesus não estava brincando quando disse que as pessoas falariam: “‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou Ali está ele!’”. Esse era o espírito da época.

Foi em Massada (formação rochosa praticamente inexpugnável, que se eleva próximo ao mar Morto, onde Herodes construiu um palácio e os romanos ergueram uma fortaleza) que a revolta judaica teve seu início e um fim trágico.

Inspirados pelas atrocidades de Floro, alguns zelotes ensandecidos decidiram atacar a fortaleza. Para surpresa de todos, eles a conquistaram, massacrando o exército romano que estava acampado ali.

Em Jerusalém, o capitão do Templo, quando interrompeu os sacrifícios diários a favor de César, declarou abertamente uma rebelião contra Roma. Não demorou muito para que toda a Jerusalém ficasse alvoroçada, e as tropas romanas fossem expulsas ou mortas. A Judéia se revoltou, e a seguir a Galiléia. Por um breve período de tempo, parecia que os judeus estavam virando o jogo.

Céstio Galo, o governador romano da região, saiu da Síria com 20 mil soldados. Cercou Jerusalém por seis meses, mas fracassou, deixando para trás seis mil soldados romanos mortos e grande quantidade de armamentos que os defensores judeus recolheram e usaram.

O imperador Nero enviou Vespasiano, general condecorado, para sufocar a rebelião. Vespasiano foi minando a força dos rebeldes, eliminando a oposição na Galiléia, depois na Transjordânia e por fim na Idu-méia. A seguir, cercou Jerusalém.

Contudo, antes do golpe de misericordia, Vespasiano foi chamado a Roma, pois Nero morrera. O pedido dos exércitos orientais para que Vespasiano fosse o imperador marcou o fim de uma luta pelo poder. Em um de seus primeiros atos imperiais, Vespasiano nomeou seu filho, Tito, para conduzir a guerra contra os judeus.

A situação se voltou contra Jerusalém, agora cercada e isolada do restante do país. Facções internas da cidade se desentendiam com relação às estratégias de defesa. Conforme o cerco se prolongava, as pessoas morriam de fome e de doenças. A esposa do sumo sacerdote, outrora cercada de luxo, revirava as lixeiras da cidade em busca de alimento.

Enquanto isso, os romanos empregavam novas máquinas de guerra para arremessar pedras contra os muros da cidade. Aríetes forçavam as muralhas das fortificações. Os defensores judeus lutavam durante todo o dia e tentavam reconstruir as muralhas durante a noite. Por fim, os romanos irromperam pelo muro exterior, depois pelo segundo muro, chegando finalmente ao terceiro muro. Os judeus, no entanto, continuaram lutando, pois correram para o Templo — sua última linha de defesa.

Esse foi o fim para os bravos guerreiros judeus — e também para o Templo. Josejo, historiador judeu, disse que Tito queria preservar o Templo, mas os soldados estavam tão irados com a resistência dos oponentes que terminaram por queimá-lo.

A queda de Jerusalém, essencialmente, pôs fim à revolta. Os judeus foram dizimados ou capturados e vendidos como escravos. O grupo dos zelotes que havia tomado Massada permaneceu na fortaleza por três anos. Quando os romanos finalmente construíram a rampa para cercar e invadir o local, encontraram todos os rebeldes mortos. Eles cometeram suicídio para que não fossem capturados pelos invasores.

A revolta dos judeus marcou o fim do Estado judeu, pelo menos até os tempos modernos.

A destruição do Templo de Herodes significou mudança no culto judaico. Quando os babilônios destruíram o Templo de Salomão, em 586 a.C, os judeus estabeleceram as sinagogas, onde podiam estudar a Lei de Deus. A destruição do Templo de Herodes pôs fim ao sistema ‘sacrificai judeu’ e os forçou a contar apenas com as sinagogas, que cresceram muito em importância.

Onde estavam os cristãos durante a revolta judia? Ao lembrar das advertências de Cristo (Lc 21.20-24), fugiram de Jerusalém assim que viram os exércitos romanos cercar a cidade. Eles se recusaram a pegar em armas contra os romanos e retiraram-se para Pela, na Transjordânia.

Uma vez que a nação judaica e seu Templo tinham sido destruídos, os cristãos não podiam mais confiar na proteção que o império dava ao judaísmo. Não havia mais onde se esconder da perseguição romana.

Buracos Negros, Física Quântica e Teologia

abril 29, 2009 by Lucas Mota  
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PHILIP YANCEY

A ciência e a teologia mantêm um relacionamento delicado desde a época de Galileu e Copérnico. Em alguns aspectos o cristianismo não conseguiu se recuperar por completo da revolução cosmológica que retirou a humanidade do centro do universo e a confinou a uma posição insignificante. Talvez seja em decorrência desta postura de resistência aos avanços científicos, que poucos pensadores cristãos da atualidade parecem beneficiar-se com o notável desenvolvimento da física moderna. À sua maneira, Einstein, Bohr e mais recentemente Hawkins empreenderam uma revolução tão espetacular quanto a de Copérnico, embora em direções novas, chocantes para muitos.

Para começar, não apenas a humanidade, mas cada indivíduo, homem ou mulher, recuperou, através da física moderna, sua posição de figura central na história do universo. Na física de Newton, os indivíduos não ocupam um lugar especial no universo, exceto como participantes ocasionais no fenômeno estabelecido de causa e efeito. Mas alguns cientistas do século XX defendem que a própria realidade da ocorrência de um evento depende da existência de um observador.

O leigo rapidamente perde o entusiasmo no Reino Encantado da relatividade e da física quântica. Alguém nos ensina que nossa poltrona favorita é formada por grandes espaços vazios preenchidos por alguns átomos que giram a toda velocidade. Ainda assim nós a vemos como um objeto sólido e assentamo-nos nela. Aprendemos que o tempo varia, dependendo da força da gravidade e do movimento, e que um astronauta que parta para o espaço poderá retornar à Terra trinta e seis anos mais novo que o seu irmão gêmeo que aqui permaneceu. Parece melhor deixar de lado este mundo estonteante da física moderna, com suas equações tão longas que vão de uma ponta à outra do quadro-negro e com seus termos amedrontadores como antimatéria, espuma quântica e buraco-negro. Pensando bem, é melhor depender do bom e velho Newton.

Mas os cristãos não devem voltar as costas à física moderna com tanta facilidade, porque muitos de seus princípios sobre a natureza do tempo e do espaço foram provados por físicos e cientistas empreendedores. Além disso, estas descobertas notáveis apresentam novos caminhos para a compreensão de algumas doutrinas teológicas mais complicadas.

Pensemos em uma destas doutrinas: Deus não está preso ao tempo. Os cristãos vêm repetindo, há muitos e muitos anos que “Aos olhos de Deus mil anos são como um dia” (2Pe 3.8), expressando sua convicção de que a visão de Deus sobre o tempo é diferente da nossa. Dizemos que Ele está além do tempo e do espaço. Para nós, a história humana é uma seqüência de quadros fixos, apresentados um após outro, como um filme. Mas Deus vê o filme inteiro de uma só vez. Embora os cristãos repitam esta crença e quase todos os teólogos, desde Agostinho, tenham-se ocupado dela, poucos a conseguem entender por completo.

Aparece a física moderna. Hoje nos ensinam que o tempo depende do movimento e da posição relativa do observador. Tomemos um exemplo bem primitivo. Olhando para o céu, às 15h 12min, vejo uma estrela brilhante, o sol, que paira no espaço a uma distância de cerca de 150 milhões de quilômetros. Na verdade, a luz que vejo partiu da estrela há 500 segundos, e viajou à velocidade de 300.000km/s, embora eu não me dê conta de estar enxergando o resultado do que aconteceu no astro às 15h 04min (horário da Terra). Se o sol subitamente desaparecesse em face de um ataque furtivo de um buraco-negro voraz, eu só saberia oito minutos depois, quando o céu ficaria escuro e eu gritaria:
- O sol foi embora! – e me prepararia para a extinção da vida na Terra.

Imagine agora uma pessoa muito grande, quero dizer, muito grande mesmo, cuja abertura entre os pés medisse, digamos, 150 milhões de quilômetros. Esta pessoa põe o pé esquerdo na Terra e o direito, com um sapato de amianto, no sol. Subitamente, bate o pé direito. Imediatamente, as labaredas solares espalham-se em todas as direções e o sol expele gases. Oito minutos depois eu, aqui na Terra, percebo a mudança dramática do sol.

Mas estou preso na Terra. A pessoa imensa existe parcialmente aqui e parcialmente no sol, sua consciência engloba os dois lugares. Embora parte de seu ser esteja na Terra, tem pleno conhecimento  do movimento do pé direito oito minutos antes de todas as outras pessoas na terra. Pergunta-se então, o que é o tempo para esta pessoa imensa? Depende da perspectiva. Faça um esforço mental ainda maior e imagine um Ser tão grande quanto o universo, que existe ao mesmo tempo no planeta Terra e numa galáxia a milhões de anos-luz de distância. Se uma estrela explode nesta galáxia distante, o Ser sabe no mesmo instante, e mesmo assim ainda verá o evento na Terra, milhões de anos depois, como se tivesse acontecido naquele instante. Aliás, muitas estrelas que vemos à noite podem ter se extinguido ou terem sido engolidas por buracos-negros, mas a sua luz continua chegando até o nosso planeta, mesmo que fisicamente elas não existam mais.
A analogia que fiz uso não é exata, porque tolhe este Ser no espaço, embora o liberte do tempo. Mas pode nos dar uma idéia quanto à perspectiva limitada do conceito de tempo adotado em nosso planeta, no qual se afirma que “primeiro acontece A e depois B”.

Deus, acima tanto do tempo quanto do espaço, pode ver o que acontece na Terra de um modo que só nos cabe imaginar. Esta linha de pensamento joga luz sobre debates muito antigos sobre a onisciência, presciência, livre-arbítrio e determinismo. Um termo como “presciência” só tem sentido quando considerado do nosso ponto de vista limitado à Terra, pois presume que o tempo é uma seqüência de fatos, um após outro. Do ponto de vista de Deus, que engloba todo o universo de uma só vez, o significado da palavra é consideravelmente diverso. Falando com precisão, Deus não “prevê” os acontecimentos. Ele simplesmente os vê, em um presente eterno.

A eternidade é apenas uma das muitas doutrinas que recebem luz através dos avanços da física moderna. Os novos teólogos poderiam tirar proveito se estudassem a teoria dos universos paralelos, usando-a para investigar o problema do mal. A teoria da interconexão de toda a matéria e energia seria útil para abordar as palavras bíblicas sobre a união entre os que crêem. A teoria que trata de como a consciência afeta a matéria poderia trazer esclarecimentos sobre o poder da oração. A maioria de nós carece de um conhecimento qualificado que nos oriente na compreensão de muitos destes mistérios. Os zen budistas aproveitaram a oportunidade e publicaram obras sobre como suas crenças se adaptam aos conceitos contemporâneos da física. Espero que repensemos nossos conceitos, muitos dos quais, ainda medievais. A fé religiosa, assim como a matéria, enfrenta constantemente o perigo de ser engolida por um buraco-negro.

Extraído da revista Cristianity Today.

Raul Castro Vai Discutir Tudo Com os EUA, Inclusive Liberdade Religiosa

abril 25, 2009 by Lucas Mota  
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O presidente de Cuba, Raúl Castro, disse no último dia 16 estar disposto a discutir “tudo” com os EUA, inclusive as questões de direitos humanos e presos políticos, o que marca um importante sinal de reaproximação do regime com seu mais antigo e ferrenho inimigo.

“Transmitimos mensagens ao governo dos EUA, reservadamente e em público, de que estamos dispostos a discutir tudo, a qualquer momento que eles quiserem”, disse Raúl num inflamado discurso a outros líderes esquerdistas na Venezuela, no aniversário da frustrada invasão norte-americana na Baía dos Porcos (1961).

“Direitos humanos, liberdade de expressão, presos políticos, tudo, tudo, tudo o que eles quiserem conversar a respeito”, disse ele, insistindo apenas que o diálogo se dê em condições de igualdade e sem ameaças à soberania cubana.

Estima-se que haja em Cuba cerca de 200 presos políticos, que o regime qualifica como mercenários a serviço dos EUA. O governo também limita fortemente a liberdade de expressão, restringe as viagens de seus cidadãos ao exterior e não realiza eleições multipartidárias.

Raúl tomou algumas medidas para liberalizar a economia desde que substituiu formalmente em fevereiro de 2008 o seu irmão Fidel, que passou quase cinco décadas à frente do país.

Suas declarações são uma espécie de resposta às medidas anunciadas nesta semana pelo governo dos EUA para suspender as restrições a viagens e remessas financeiras de cubano-americanos para a ilha, além de autorizar empresas norte-americanas de telecomunicações a operarem no país vizinho.

O presidente Barack Obama disse na quinta-feira que poderia tomar várias outras medidas para reaproximar os dois países. “Minha baliza na política EUA-Cuba será como podemos incentivar Cuba a ser respeitosa com os direitos do seu povo, a liberdade de discurso político, a participação política, a liberdade religiosa, a liberdade de imprensa, a liberdade de viajar”, disse ele durante entrevista coletiva no México.

Havana tradicionalmente acusa Washington de adotar um comportamento imperialista, e costuma argumentar que a situação dos direitos humanos nos EUA tampouco é perfeita.

Líderes cubanos já vinham falando bem de Obama e manifestando disposição para o diálogo, mas sempre rejeitando a ideia de qualquer pré-condição imposta por Washington sobre questões internas cubanas.

A declaração de Raúl coincide com o aniversário do desembarque, em abril de 1961, de exilados cubanos que, patrocinados e armados por Washington, desembarcaram na Baía dos Porcos para tentar derrubar o regime comunista, mas foram rapidamente derrotados pelas forças cubanas.

Obama e Raul

Fonte: Portas Abertas

Modalidade e Sodalidade

abril 25, 2009 by Lucas Mota  
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Modalidade e Sodalidade

No Brasil e em grande parte do mundo cristão, quase não se questiona a estrutura da igreja local, representada principalmente pelas congregações denominacionais. Para nós, igreja é sinônimo de instituição. Isso faz com que as estruturas missionárias não ligadas a uma denominação específica ou interdenominacionais sejam vistas como paraeclesiásticas –próximas da igreja, mas não parte dela. Daí conclui-se: se as congregações fossem “mais missionárias”, não precisaríamos das agências de missões. Read more

Levantando Poeira Rumo à Colômbia .

abril 24, 2009 by Tiago Esmeraldo  
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Nesse domingo 26 de Abril, eu e meu xará sem H, Tiago, vamos para um encontro na Colômbia. Mas não é daqueles “encontros” que estou falando.
Será um encontro com todas as bases de JOCUM das Américas e Austrália.

Esse novo século terá fortes nuances latinas e asiáticas em todas as áreas.
Desprovido de prepotências e altivez creio e todo mundo fala também, na importância e responsabilidade do Brasil nesse momento da história mundial.
Vamos admitir e encarar essa responsa com aquilo que somos e com tudo que podemos contribuir para um mundo melhor (caramba tá parecendo frase de político e ativista chato).
Mas é isso mesmo, agora é a hora do Chapolin Colorado, o Super-man morreu (que Deus o tenha, forever).

Queremos voltar com parcerias e firmar intercâmbios com as bases missionárias do nosso continente. Isso vai ser muito bom, vai abençoar muita gente e abrir muitos horizontes mundo a fora. Então se você curte essa idéia, entre em contato conosco, ore por isso e venha fazer parte disso.

O tempo não para (Cazuza), as oportunidades para esse tempo, são hoje.

Então, FUI !

Thiago Rodriguez

JOCUM no Kodama-DF

abril 24, 2009 by Tiago Esmeraldo  
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A JOCUM-DF estará participando com apresentações e pequenas oficinas circenses no KODAMA-DF em Brasília nos dias 30 e 31 de Maio.

Site do evento: www.kodamadf.org

Em breve mais inofrmações!

Brasil e China

abril 24, 2009 by Tiago Esmeraldo  
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BRASIL & CHINA

Em Junho de 2008 fizemos uma China para avaliar as possibilidades de implantarmos iniciativas missionárias dentro dessa proposta de missões urbanas.

A ressaca comunista se mistura com a euforia do capitalismo àvido e selvagem.

Todo mundo esta louco para comprar, vestir, ouvir, mostrar, falar e provar tudo o que não conheciam ou nao podiam conceber.

ChinaToda essa avalanche de novidades causa alguns excessos, às vezes até engraçados, como por exemplo o visual dos adolescentes, é como um pós-punk-emo-playboy-hippie-pós-moderno-hard-core.

Por ai você pode ter uma idéia das fusões e confusões ideológicas que passam pela cabeça dessa moçada…

No meu primeiro dia em Guangzhou fiquei num hotel tipo pensão, que você divide o quarto com outras pessoas, chegou um chinês de 23 anos para passar a noite, ele falava um pouco de inglês então ficamos conversando um bom tempo sobre Brasil e China, enquanto isso um canal de TV local noticiava algo sobre o Tibet, foi o suficiente para o assunto descambar pro lado de religião e etc…

Perguntei sobre sua opinião sobre o assunto, ele respondeu como quem responde um formulário de qualquer coisa; “I don’t want to talk about this topic” (Eu não quero falar sobre esse ponto ou tópico.)

Eu disse; tudo bem, sem problema…

Acho que não se passaram vinte segundos para que ele voltasse a pergunta para mim; “Mas e você, o que acha? Qual sua opinão sobre religião? Você acredita em Deus? “

Na hora fiquei meio receoso de falar abertamente, imaginando que se ele não gostasse das minhas respostas poderia chamar a polícia e alegar que eu estava difundindo idéias que contrariam a orientação do estado (partido comunista), mas logo ví que isso era viagem da minha cabeça e falei abertamente sobre a minha fé em Deus. Depois que falei ele ficou tipo que processando, bem pensativo e desconcertado. Minha vontade era continuar pregando e se fosse o caso, batizá-lo na pia do banheiro, mas ví que era demais para cabeça dele e também para nosso inglês.

Em cada cidade, centros comerciais, estações, lanchonetes e nas ruas abarrotadas de gente, você fica imaginando a realidade da vida de cada um que você consegue acompanhar por alguns poucos segundos. De alguma forma consigo captar a natureza do desejo de Deus, de que todo homem seja salvo e chegue ao pleno conhecimento da Verdade.

Acredito que temos muitas oportunidades de
sermos úteis e abençoar essa nação.
A imensa população jovem desse país carece de conhecer a verdade através da liberdade existir em Cristo, uma vez que hoje,
deslumbrados com a tímida e recente liberdade cultural e de expressão que começam a viver, estão abertos à novas idéias alternativas de VIDA.

O objetivo central desse projeto é mobilizar jovens brasileiros para serem treinados, e em 2010 ou 2011 estarem aptos para pioneirar iniciativas missionárias nessas nações sob supervisão da JOCUM-DF. No caso, uma METÁSTASE .
Quem sabe agora eu não estou escrevendo à um destes… no caso, VOCÊ !

Considere a oportunidade de fazer parte daquilo que Deus deseja fazer na China e a partir dela nesse novo século.

Thiago Rodriguez

O Incêndio de Roma

abril 23, 2009 by Lucas Mota  
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Extraido do Livro: Os 100 Acontecimentos Mais Importantes Da História do Cristianismo

NeroO INCÊNDIO DE ROMA

Talvez o cristianismo não se expandisse de maneira tão bem-sucedida, caso o Império Romano não tivesse existido. Podemos dizer que o império era um tambor de gasolina à espera da faísca da fé cristã.

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Os elementos unificadores do império ajudaram na expansão do evangelho. Com as estradas romanas, as viagens ficaram mais fáceis do que nunca. As pessoas falavam grego por todo o império e o forte exército romano mantinha a paz. O resultado da facilidade de locomoção foi a migração de centenas de artesãos, por algum tempo, para cidades maiores — Roma, Corinto, Atenas ou Alexandria — e depois se mudavam para outro lugar. O cristianismo encontrou um clima aberto à religiosidade. Em um movimento do tipo Nova Era, muitas pessoas começaram a abraçar as religiões orientais — a adoração a Isis, Dionisio, Mitra, Cibele e outros. Os adoradores buscavam novas crenças, mas algumas dessas religiões foram declaradas ilegais por serem suspeitas de praticar rituais ofensivos. Outras crenças foram oficialmente reconhecidas, como aconteceu com o judaísmo, que já desfrutava proteção especial desde os dias de Júlio César, embora seu monoteísmo e a revelação bíblica o colocassem à parte das outras formas de adoração.

Tirando plena vantagem da situação, os missionários cristãos viajaram por todo o império. Ao compartilhar sua mensagem, as pessoas nas sinagogas judaicas, nos assentamentos dos artesãos e nos cortiços se convertiam. Em pouco tempo, todas as cidades principais tinham igrejas, incluindo a capital imperial.

Roma, o centro do império, atraía pessoas como um ímã. Paulo quis visitar Roma (Rm 1.10-12), e, na época em que escreveu sua carta à igreja romana, vemos que ele já saudava diversos cristãos romanos pelo nome (Rm 16.3-15), talvez porque já os tivesse encontrado em suas viagens.

Paulo chegou a Roma acorrentado. O livro de Atos dos Apóstolos termina narrando que Paulo recebia convidados e os ensinava em sua casa, onde cumpria pena de prisão domiciliar, ainda que, de certa forma, não vigiada.

A tradição também diz que Pedro passou algum tempo na igreja romana. Embora não tenhamos números precisos, podemos dizer que, sob a liderança desses dois homens, a igreja se fortaleceu, recebendo tanto nobres e soldados quanto artesãos e servos.

Durante três décadas, os oficiais romanos achavam que o cristianismo era apenas uma ramificação do judaísmo — uma religião legal — e tiveram pouco interesse em perseguir a nova “seita” judaica. Muitos judeus, porém, escandalizados pela nova fé, partiram para o ataque, tentando inclusive envolver Roma no conflito.

O descaso de Roma pela situação pode ser visto no relato do historiador romano Tácito. Ele relata uma confusão entre os judeus, instigada por um certo “Chrestus”, ocorrida em um dos cortiços de Roma. Tácito pode ter ouvido errado, mas parece que as pessoas estavam discutindo sobre Christos, ou seja, Cristo.

Por volta de 64 d.C, alguns oficiais romanos começaram a perceber que o cristianismo era substancialmente diferente do judaísmo. Os judeus rejeitavam o cristianismo, e cada vez mais pessoas viam o cristianismo como uma religião ilegal. A opinião pública pode ter começado a mudar em relação à fé nascente até mesmo antes do incêndio de Roma. Embora os romanos aceitassem facilmente novos deuses, o cristianismo não estava disposto a partilhar a honra com outras crenças. Quando o cristianismo desafiou o politeísmo tão profundamente arraigado de Roma, o império contra-atacou.

Em 19 de julho, ocorreu um incêndio em uma região de trabalhadores de Roma. O incêndio se prolongou por sete dias, consumindo um quarteirão após o outro dos cortiços populosos. De um total de catorze quarteirões, dez foram destruídos, e morreram muitas pessoas.

A lenda diz que o imperador romano Nero “dedilhava” um instrumento musical, enquanto Roma era destruída pelas chamas. Muitos de seus contemporâneos achavam que Nero fora o responsável pelo incêndio. Quando a cidade foi reconstruída, mediante o uso de altas somas do dinheiro público, Nero se apoderou de grande uma extensão de terra e construiu ali os Palácios Dourados. O incêndio pode ter sido a maneira rápida de renovar a paisagem urbana.

Objetivando desviar a culpa que recaíra sobre si, o imperador criou um conveniente bode expiatório: os cristãos. Eles tinham dado início ao incêndio, acusou o imperador. Como resultado, Nero jurou perseguir e matar os cristãos.

A primeira onda da perseguição romana se estendeu de um período pouco posterior ao incêndio de Roma até a morte de Nero, em 68 d.C. Sua enorme sede por sangue o levou a crucificar e queimar vários cristãos cujos corpos foram colocados ao longo das estradas romanas, iluminando-as, pois eram usados como tochas. Outros vestidos com peles de animais, eram destroçados por cães nas arenas. De acordo com a tradição, tanto Pedro quanto Paulo foram martirizados na perseguição de Nero: Paulo foi decapitado, e Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.

Entretanto, a perseguição ocorria de maneira esporádica e localizada. Um imperador podia intensificar a perseguição por dez anos ou mais; mas um período de paz sempre se seguia, o qual era interrompido abruptamente quando um governador local resolvia castigar novamente os cristãos de sua área, sempre com o aval de Roma. Esse padrão se prolongou por 250 anos.

Tertuliano, escritor cristão do século li, disse: “O sangue dos mártires é a semente da igreja”. Para surpresa geral, sempre que surgia perseguição, o número de cristãos a ser perseguido aumentava. Em sua primeira carta, Pedro encorajou os cristãos a suportar o sofrimento, confiantes na vitória derradeira e no governo divino que seria estabelecido em Cristo (lPe 5.8-11). O crescimento da igreja sob esse tipo de pressão provou, em parte, a veracidade dessas palavras.

Homens

abril 23, 2009 by Lucas Mota  
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O texto abaixo foi extraído do site: SEXXXCHURCH

HomensHomens

A realidade dos homens é simples. A beleza nos atrai. Existem mulheres bonitas. Nós sabemos onde encontrar essas mulheres, muitas vezes nuas. E nós também sabemos como manter isso escondido. Essa é a cultura que foi nos ensinada, mas é uma cultura que pode destruir sua vida.

É estupidez pensar que as coisas que vemos e ouvimos não nos afetam. Todos admitimos que boa música, bons filmes e bons livros só têm a acrescentar nas nossas vidas. Não é difícil acreditar que imagens ruins podem nos fazer mal.

Olhar mulheres nuas não é o problema?
Nós podemos simplesmente aceitar os fatos e satisfazer nossa carne, ou nós podemos viver uma vida da integridade e evitar as armadilhas da pornografia na internet ou fora dela. Cada homem tem sua batalha.
As imagens também podem nos persuadir. Empresários sabem que se conseguirem pôr uma imagem persuasiva do seus produtos na sua frente, durante um momento emocional intenso, ela vai penetrar no seu subconsciente.

O ponto X da pornografia é o egoísmo. Eu começo e paro quando eu quiser. Ninguém vai saber. Isso é meu segredo. Eu faço tudo em secreto. Mas isso pode destruir sua vida, sua família.

Quais efeitos isso pode ter num homem?
Que tipo de idéias a pornografia está colocando nas nossas cabeças? Se coisas erradas continuarem sendo absorvidas, seu ambiente mental pode ficar tão poluído que você terá problemas na sua vida. Uma das partes mais vitais do ambiente mental é uma idéia saudável de quem somos sexualmente. Se essas idéias estão poluídas, uma parte fundamental de quem somos fica destorcida.

A Influência da Pornografia
Nem todo mundo que vê pornografia ficará viciado. Alguns apenas ficarão com algumas idéias tóxicas sobre mulher, sexo, casamento e crianças. Porém, alguns terão algum tipo de abertura emocional que permitirá que o vício tome lugar.
EXPOSIÇÃO PRECOCE
A maioria dos rapazes que ficam viciados em pornografia começa cedo. Eles vêm pornografia quando são muito jovens e já estão com um pé na porta do vício.

VÍCIO PORNOGRÁFICO
Você continua retornando à pornografia. Ela se torna uma parte da sua vida. Você está atado e não consegue se livrar.

AGRAVAMENTO
Você começa a buscar por mais e mais materiais pornográficos. Você começa a usar materiais que antes causavam-lhe repulsa. Agora, causam-lhe excitação.

INSENSIBILIDADE
Você começa a ficar insensível às imagens que vê. Até a imagem mais pornográfica não o excita mais. Você fica desesperado para sentir a mesma sensação novamente, mas não consegue.

ATUANDO SEXUALMENTE
Este é o momento em que os homens dão um salto crucial e começam a pôr em prática as imagens que viram. Alguns saem das imagens pornográficas de papel e plástico e entram no mundo real, com pessoas reais, em atitudes destrutivas.

Se você identifica algum desses padrões na sua vida, você precisa pisar no freio agora. A pornografia está tomando mais e mais controle da sua vida? Você tem alguma dificuldade em parar? Você continua buscando por mais?

Mulher

abril 23, 2009 by Lucas Mota  
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O texto Abaixo Foi Extraído do Site: SEXXXCHURCH

Mulher

Dos muitos e-mails que recebemos uma grande maioria e de mulheres viciadas em pornografia e consecutivamente em masturbação e vícios sexuais mais graves.

Nós reconhecemos e compreendemos que muitas mulheres esforçam para se livrar da pornografia. Nós sabemos que nós não temos todas as respostas, mas esperamos que você tenha a cura e informação neste local.

Você precisa saber que você não está sozinha e há outras mulheres que vivem agora da mesma maneira que você. Saiba também que existem muitas outras que encontrou recuperação longe da pornografia e do apego sexual. Mude hoje porque a vida que o Deus quer para você é uma vida de liberdade. Há uma esperança e você pode se curar.

MITOS E MENTIRAS

Mentira #1 – Mulheres são inferiores aos seres humanos
As mulheres da “Revista Playboy” são chamadas de “coelhinhas”; são transformadas em pequeninos animais graciosos, ou “parceiras de jogo”, transformadas num brinquedinho. O “Pânico na Tv” tem um quadro no qual um apresentador fala para as mulheres: “Dá a pata!”. A pornografia, freqüentemente, refere-se às mulheres como animais, brinquedos ou partes de corpo. Alguns materiais mostram somente o corpo ou as genitais e não mostram de maneira nenhuma o rosto. A idéia de que as mulheres são verdadeiramente seres humanos com pensamentos e emoções é subestimada.

Mentira #2 – Mulheres são um “esporte”
Algumas revistas de esporte têm uma sessão de “roupas de banho”. Isto sugere que as mulheres são apenas um tipo de esporte. A pornografia vê sexo como um jogo, deve-se “ganhar”, “conquistar”, ou “marcar pontos”. Homens que pensam da mesma forma gostam de falar sobre “marcar pontos” com mulheres. Eles julgam sua masculinidade por quantas “conquistas” conseguem fazer. Cada mulher que “conquista” é um troféu novo na sua prateleira para validar a própria masculinidade.

Mentira #3 – Mulheres são propriedades
Todos já vimos fotos de um super carro com uma garota debruçada sobre ele. A mensagem sem palavras: “Compre um e ganhará os dois”. Pornografia que mostra o sexo explícito vai ainda mais longe: mostra mulheres como uma mercadoria em um catálogo, expondo-as o mais abertamente possível para que o consumidor veja. Não me surpreende que muitos rapazes pensem que só porque gastaram uma boa quantia de dinheiro levando uma garota para sair, têm o direito de fazer sexo com ela. A pornografia ensina que mulheres podem ser compradas.

Mentira #4 – O valor da mulher depende de quão atrativo seja seu corpo. Mulheres que são menos atraentes são ridicularizadas na pornografia.
São chamadas de cadelas, baleias, porcas ou coisa pior, simplesmente porque não se enquadram no critério de mulher “perfeita” da pornografia. A pornografia não se importa com o que a mulher pensa ou com sua personalidade, somente com o seu corpo.

Mentira #5 – Mulheres gostam de ser estupradas
“Quando ela diz não, ela quer dizer sim” é um típico cenário pornográfico. Mostram mulheres sendo estupradas, lutando e chutando primeiro e depois, começando a gostar. A pornografia ensina os homens a gostar de machucar e abusar das mulheres por diversão.
Mentira #6 – Mulheres devem ser desprezadas
A pornografia é geralmente cheia de discursos de ódio contra as mulheres. Mostram mulheres sendo torturadas e humilhadas em centenas de maneiras insanas diferentes, mas implorando por mais. Esse tipo de tratamento demonstra algum respeito pelas mulheres? Algum amor? Ou o que a pornografia está promovendo é ódio e descaso pelas mulheres?
Mentira #7 – Criancinhas deveriam fazer sexo
Uma das maiores vendas da pornografia é a versão pornográfica infantil. As mulheres são “produzidas” para parecerem com menininhas usando rabinhos de cavalo, sapatinhos de meninas e segurando um ursinho de pelúcia. A mensagem das fotos e cartazes diz que é normal para adultos fazerem sexo com crianças. Isso influência os usuários de pornografia a verem as crianças com uma intenção sexual.
Mentira #8 – Sexo ilegal é divertido
A pornografia geralmente tem elementos ilegais ou perigosos incluídos para tornar o sexo mais “interessante”. Sugere que não se pode aproveitar o sexo se este não for excêntrico, ilegal ou perigoso.

Mentira #9 – A prostituição é fascinante
A pornografia pinta uma imagem animadora da prostituição. Na realidade, muitas mulheres retratadas no material pornográfico são garotas que fugiram de casa e estão presas a uma vida de escravidão. Muitas foram abusadas sexualmente. Muitas estão infectadas por doenças sexualmente transmissíveis incuráveis que tem alto risco de contágio e, geralmente, morrem muito jovens. Muitas usam drogas para poder agüentar viver da pornografia.

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